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Michelle Pfeiffer, a mulher que desapareceu

Estrela revelou motivos pelos quais ficou longe de Hollywood durante anos.

Divulgação
Michelle Pfeiffer em cena da ainda inédita produção da HBO The Wizard of Lies
A atriz e ex-modelo norte-americana Michelle Pfeiffer foi uma das estrelas dos anos 80 e 90, em filmes como Scarface e Batman: O Retorno. Então, desapareceu misteriosamente das telas por vários anos. Só recentemente, a partir de 2013, ela voltou às telas em filmes como A Família, e agora está em três produções ainda inéditas (Assassinato no Expresso do Oriente, Mother! e o telefilme da HBO The Wizard of Lies). Agora, à imprensa norte-americana, a atriz de 58 anos explicou os motivos de seu sumiço.

Michelle contou que nunca pretendeu abandonar Hollywood. Porém, após o nascimento de seus filhos, decidiu observar algumas condições, como a distância, o tempo de duração das filmagens e o tipo de exposição que teria. Ela admite que isso a tornou difícil de contratar e que, depois de algum tempo, as oportunidades desapareceram.

Comentários semelhantes já foram feitos recentemente por Charlize Theron e Sharon Stone. Especialmente no caso das atrizes, Hollywood pode ser cruel com mulheres maduras.

Suspense Fragmentado lembra Hitchcock

Filme do diretor de O Sexto Sentido traz um homem com múltiplas personalidades, tema que já existia em Psicose.

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James McAvoy em cena de Fragmentado, de M. Night Shyamalan
Suspense com toques de terror e uma pitada fantástica, Fragmentado (Split) traz a assinatura de M. Night Shyamalan, de O Sexto Sentido. Três garotas são raptadas e trancafiadas por um homem que descobrem sofrer de múltiplas personalidades. Em um momento, ele pode ser um possível assassino e estuprador, em outro pode assumir a personalidade de uma mulher ou de um menino de 9 anos.

A heroína é uma jovem que já foi vítima de abuso e precisa sobreviver enquanto tenta exorcizar seu passado. Fora do cativeiro, a psiquiatra do agressor tenta aprofundar a psicologia fragmentada de seu paciente, que teria 23 personalidades, talvez 24.

Um dos pontos altos do filme é a interpretação de James McAvoy, o professor Xavier de X-Men: Apocalipse. Cada uma das múltiplas personalidades do raptor é marcada por pequenos detalhes, de sotaques e trejeitos a olhares, e há momentos em que elas se alternam rapidamente. Sem necessariamente ser um grande ator, McAvoy é carismático o bastante para criar um personagem fascinante e manter o interesse do espectador, mesmo em uma história opressiva.

Sinal dos tempos ou da pobreza temática do cinemão, esta é a terceira produção norte-americana recente a trazer mulheres prisioneiras em ambientes claustrofóbicos (no ano passado foram O Quarto de Jack e Rua Cloverfield 10). Claro que Shyamalan sempre consegue ser criativo. Seu cinema é marcado pela imaginação, tanto nos sucessos quanto nos filmes que foram mal, como A Dama na Água. Aqui, também, ele retoma sua admiração por Hitchcock, ao explorar o tema das múltiplas personalidades, presente no clássico Psicose. Outro suspense famoso sobre o assunto era Síndrome de Caim, igualmente de um discípulo de Hitch, Brian de Palma.

Tem surpresinhas. Procure a tradicional ponta do diretor Shyamalan e confira uma alusão direta a um filme anterior.

Roteirista acusa Disney de ter plagiado Zootopia

Filme teria sido baseado em ideia apresentada em 2000.

Divulgação/
Cena de Zootopia, produção da Disney que ganhou o Oscar de animação de 2017
Um roteirista e produtor norte-americano, Gary L. Goldman, entrou com processo de plágio contra a Disney, que acusa de ter roubado uma ideia sua na animação Zootopia, que ganhou o Oscar este ano. Ele entrou com a ação em uma corte federal de Los Angeles.

Goldman diz que apresentou ao estúdio entre 2000 e 2009 um roteiro com o mesmo título e história geral. O filme teria, inclusive, utilizado diálogos parecidos. A Disney distribuiu comunicado dizendo que as acusações são claramente falsas e que vai se defender judicialmente.

O roteirista Gary Goldman trabalhou em projetos como Total Recall e Minority Report.

Penélope Cruz viverá irmã de Versace na tevê

Terceira temporada de seriado vai contar caso do assassinato do estilista italiano Gianni Versace.

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Atriz Penélope Cruz, em foto do Festival de Cannes em 2011
A atriz espanhola Penélope Cruz foi anunciada no elenco da terceira temporada da série de tevê American Crime Story, do canal FX. A série, que enfoca dramas e crimes norte-americanos de projeção, enfocou o caso O.J. Simpson na primeira temporada, que é do ano passado, e vai tratar do Furacão Katryna em sua segunda temporada. A terceira temporada vai tratar do assassinato, em Miami, nos EUA, do estilista italiano Gianni Versace, em 1997.

Penélope vai viver Donatella Versace, irmã do estilista. Edgar Ramírez fará o personagem principal.

Abaixo, o trailer da primeira temporada, que já foi exibida.

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