7 de setembro.Independência.Independência?
Será que éramos mais dependentes como colônia ou agora?
Ninguém mais é independente no mundo moderno. Vivemos num círculo global de influências e interferências que excede qualquer previsão e planejamento estratégico. Um atentado político no Oriente pode mexer com a nossa estrutura. Uma economia em queda na Europa abala a nossa economia.Em meio às campanhas políticas para as eleições de outubro podemos imaginar o que os eleitos farão quando estiverem à frente do nosso país. Escândalos continuam a espocar em todas as áreas,a toda hora,em todas as dimensões,mas nosso amor intangível pela pátria, segue intocável.Amamos nosso país incondicionalmente.Como amor de mãe.Amamos nosso torrão natal. Nossas praias, o pampa,a selva, o pantanal, as cidades, o povo. O que fazem em torno do Brasil ou através dele, usando-o como trampolim, não nos afeta. Seguimos inexoráveis, esperando na esperança, que dias melhores virão. Com mais justiça.Com mais justiça.Com mais justiça. Justiça no sentido mais amplo,permeando toda a nação. Uma justiça que se faz dentro de cada peito, de cada brasileiro.
Já somos uma das mais importantes economias do mundo. Mas ainda há muito por fazer. Não podemos ser vistos apenas como mercado de consumo pelas grandes nações mundiais. Temos que assumir um papel protagonista.Para daí, só então,mostrarmos o real valor do brasileiro. Embora ocupando o papel de ator principal, não vamos ofuscar, nem abafar os outros. Não vamos prejudicar outros em benefício próprio. Não vamos invadir,nem encampar ninguém.
Nossa liderança será tão legítima quanto inconteste.Será uma liderança com a qualidade do nosso povo brasileiro.
A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 vem por aí.Que cenário nos espera para estes eventos? Talvez, já então,o Brasil esteja no topo. E nós vamos poder mostrar ao mundo o que é amar à pátria.