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Porto Alegre

Acusados de estupro e morte de menina escondida dentro de sofá vão a júri

Surianny dos Santos Silveira tinha cinco anos quando foi morta no bairro Lomba do Pinheiro
30/01/2018 08:07 30/01/2018 08:22

Arquivo Pessoal
Surianny dos Santos Silveira, de cinco anos, morta em Porto Alegre
Os dois acusados do estupro, homicídio e ocultação do cadáver de Surianny dos Santos Silveira, morta aos cinco anos, vão a júri nesta terça-feira (30). O julgamento terá início às 9h30 e acontecerá no plenário da 1ª Vara do Júri, 5º andar do Foro Central II de Porto Alegre.

Os réus são Charles Teixeira de Castro, padrasto da vítima, e Jeferson Machado da Silva, irmão de criação do padrasto. Ambos estão presos preventivamente.

Conforme a denúncia do Ministério Público, os crimes ocorreram na madrugada de 9 de setembro de 2015 na casa da família no bairro Lomba do Pinheiro, onde viviam os envolvidos, a mãe - que estava fora da cidade no dia do fato - e um irmão da menina. Surianny foi morta por sufocamento. O corpo dela foi encontrado no interior de um sofá, no cômodo onde dormia.

Durante o processo, foram ouvidas 15 testemunhas. Quando depuseram, Charles negou participação nos crimes e Jeferson preferiu ficar em silêncio. A mãe da vítima acredita em premeditação. Disse em juízo que, no dia anterior ao fato, ligou para casa e ouviu de Charles que ela teria uma surpresa em relação à filha quando voltasse.

O júri

Nos júris populares, sete jurados (Conselho de Sentença), escolhidos em sorteio prévio, decidem pela culpa ou inocência dos réus em cada crime de que são acusados. Em caso de condenação, cabe ao juiz estipular o tempo e as condições da pena.

O julgamento inicia-se com o eventual depoimento de testemunhas e, depois, do acusado. A seguir, na fase de debates, acusação e defesa, nessa ordem, têm uma hora e meia para apresentar argumentos. Caso desejem, terão ainda mais hora de réplica e tréplica. Os tempos poderão ser maiores em julgamentos com mais de um réu.


Diário de Canoas
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