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Gurias Coloradas

Futebol feminino do Inter recebe reforço

Depois de passagem pelo Grêmio, Patrícia Gusmão inicia trabalho no colorado como auxiliar técnica
24/01/2018 23:21 24/01/2018 23:21

Divulgação
Patrícia Gusmão (última da direita) durante apresentação
A família lhe inspirou a tomar gosto pelo futebol. E não é de hoje que a hamburguense Patrícia Gusmão é uma apaixonada pelo esporte. Sua história no futebol começou a ser escrita ainda pequena, quando acompanhava os jogos do Esporte Clube Novo Hamburgo. Pai e mãe trabalhavam no clube e Patrícia era figura presente nos jogos e treinos da equipe. Tamanha paixão pela modalidade fez com que a garota iniciasse sua carreira como jogadora de futebol, vestindo as camisas dos principais clubes brasileiros. Jogou fora do País, voltou, e agora assume um novo compromisso. Depois de ter ficado com o vice do Campeonato Gaúcho feminino de 2017, como técnica do Grêmio, ela será auxiliar técnica no Inter, e busca alcançar objetivos importantes nesta temporada. A reportagem do Grupo Sinos conversou com a profissional, que assume um novo desafio após temporada no principal rival, o Tricolor.

Entrevista | Patrícia Gusmão | Auxiliar técnica da equipe feminina do Inter

Como surgiu esta paixão pelo futebol?

Iniciei no futebol feminino há mais de 21 anos. Mas antes disso, aprendi a gostar de futebol devido à minha família, que sempre esteve presente na modalidade... Acompanhava meu irmão, que foi jogador profissional e hoje é técnico profissional de futebol (Gérson Gusmão, técnico do Operário-PR). Minha mãe e meu pai trabalhavam no Esporte Clube Novo Hamburgo, então era um local que eu estava sempre presente. Acho que isso despertou em mim uma paixão pelo esporte, e vivo isso até hoje.

E como foi sua carreira como jogadora?

Iniciei na escolinha do Inter. Primeiro tentei no Grêmio, mas o dia que eu fui não era da minha faixa etária, teria que voltar outro dia. Daí no mesmo dia fui no Beira-Rio e lá fiquei, permaneci por oito anos. Foram seis títulos pelo Inter, campeonatos gaúchos. Também joguei no Juventude e depois fui para São Paulo. Aí fui para a Coreia do Sul, onde permaneci por dois anos. Quando voltei, em 2014, tinha duas lesões de joelho, aí decidi parar. Como já havia feito curso de treinadora e muitos treinadores me incentivavam, segui nessa carreira.

Você foi técnica do Grêmio no ano passado, quando o time ficou com o vice do Gauchão, perdendo para o Inter. Como surgiu o convite para treinar o time colorado?

Já havia trabalhado com a Duda (ex-jogadora e gerente de futebol feminino do Inter) em outros anos e tinha conquistado dois títulos para ela. Ela me ligou depois do Gauchão e disse que eu seria muito bem-vinda no Inter. Ela já havia me procurado em outra oportunidade mas escolhi ficar no Grêmio. Na nossa conversa me identifiquei com o projeto deles e resolvi aceitar desta vez. Até por toda a estrutura que o Inter está proporcionando para o futebol feminino, uma das melhores do País. Por isso da minha troca repentina do Grêmio para o Inter. Estou vindo para ajudar e somar com toda a experiência que tenho no futebol feminino. Já iniciamos as atividades e espero que seja um ano vitorioso para o Inter.


Diário de Canoas
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