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Melhorias no Mathias Velho

Obras na Vala da Curitiba devem diminuir alagamentos

Previsão da Secretaria de Obras é de que os trabalhos sigam até final de fevereiro
28/12/2017 08:39 28/12/2017 08:39


Paulo Pires/GES
Equipes trabalham manhã e tarde para concluir as melhorias
Os trabalhos de alargamento da Vala da Curitiba, no bairro Mathias Velho, começaram há 15 dias e devem se estender, no máximo, até o final de fevereiro. A previsão é do secretário-adjunto de Obras, Robson Borges. As alterações vêm sendo feitas na casa de bombas 7 com o objetivo de aumentar a capacidade da bacia que reserva água.

“De 6 metros, vai para 8 metros de largura. Isso vai nos possibilitar armazenar 470 mil litros de água a mais, o que antes não era possível”, diz Robson. Ao todo, a capacidade da bacia passará a ser de da bacia será de 1,6 mil metros cúbicos de água. A “lagoa” terá fundo e laterais em concreto com o objetivo de captar água.
Além da canalização da vala interna, há trabalhos relacionados à limpeza e à manutenção da vala externa e das galerias para garantir a vazão das água da chuva.

Benefício

Cerca de 15 trabalhadores atuam manhã e tarde para concluir as obras. Segundo o secretário-adjunto, o momento agora é de secagem do local e, quando se iniciar o processo de concretagem, o efetivo dobrará. “O nosso objetivo e o da empresa terceirizada responsável pela obra é terminar o quanto antes.”

Ao todo, 60 mil famílias moram na região e serão diretamente beneficiadas pelo trabalho de aumento da bacia. O investimento total em todo o trecho é de R$ 35 milhões.

O problema dos alagamentos

De acordo com Robson, foi feita a limpeza de uma área de mais de 6,5 quilômetros da vala externa. “A água sai da casa das pessoas, vai para dentro da tubulação e vai para as casas de bombas. Se ela não estivesse limpa, a água chegava lá e só retornava, o que contribuía para alagamentos”, explica.

A Casa de Bombas 8, inaugurada recentemente, é “super potente”, afirma Robson, fazendo com que quanto mais água chegar até lá, mais rápido escoará o volume acumulado, “não atingindo a comunidade”. “Isso tudo é para tentar solucionar o quanto antes a questão dos alagamentos. As pessoas não merecem perder seus utensílios”, acrescentou.

Trabalho preventivo

Um aspecto destacado pelo secretário-adjunto é o trabalho de prevenção que vem sendo na Curitiba. “De janeiro para cá, quando vem previsão de chuva, nós sempre redobramos o efetivo nas casas de bombas. Na nossa concepção, por mais que não se tenha chuva, tem água vindo todo dia no esgoto. Então se liga de manhã, se liga de tarde, para quando vir a pancada de chuva a gente conseguir dar conta.” Quando há previsão de chuva, o efetivo nas casas de bombas é redobrado.


Diário de Canoas
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