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Por lavagem de dinheiro

Nego Jackson e outras 19 pessoas ligadas ao traficante são denunciados pelo MP

Acusações são por organização criminosa, lavagem de dinheiro e utilização de contas de empresas e pessoas para lavagem de capitais
23/12/2017 19:39 23/12/2017 19:53

Polícia Civil/Divulgação
Preso desde o último dia 2 de fevereiro no Paraguai e depois levado à penitenciária federal em Porto Velho, Rondônia, Nego Jackson é suspeito de comandar de dentro do presídio as ações do grupo
Após meses de investigação da Promotoria Especializada no Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro e Organização Criminosa, vinte pessoas foram denunciadas à Justiça por lavagem de dinheiro. Entre os denunciados estão o traficante Jackson Peixoto Rodrigues, conhecido como Nego Jackson, que teria ligações com criminosos no Paraguai e com facções do Rio de Janeiro e seria responsável por pelo menos 20 homicídios. 

Os outros 19 denunciados são ligados a ele, obedecendo um esquema de cargos e funções definidas dentro da organização. Nego Jackson foi preso no Paraguai e está recolhido à penitenciária de Porto Velho, Rondônia, quatro denunciados estão presos no Estado, uma pessoa está sob monitoramento eletrônico e os demais aguardam em liberdade.

A mulher do traficante comandava os negócios milionários de um apartamento em Taquara. Pamela Monteiro Pereira, 30 anos, foi presa no Aeroporto Salgado Filho em meados de novembro.

Crimes

Os crimes, segundo a investigação apurou, foram cometidos entre os anos de 2015 e 2017, em Porto Alegre, região metropolitana e litoral norte do Estado. A organização criminosa atuava no tráfico de drogas, associação para o tráfico, venda ilegal de armas de fogo, lavagem de capital e homicídios.

As denúncias são por organização criminosa, lavagem de dinheiro e utilização de contas de empresas e pessoas naturais para lavagem de capitais.

O Ministério Público pede também, com a condenação, a perda dos bens e valores apreendidos e já sequestrados, que somam 11 milhões de reais, entre imóveis, veículos e valores bloqueados em contas bancárias, a serem revertidos ao Estado do Rio Grande do Sul, mais especificamente à Polícia Civil.

Segundo o promotor Marcelo Tubino, essa organização criminosa é responsável por inúmeros crimes dos mais violentos, por isso "o objetivo desse trabalho conjunto com a Polícia é frear a atividade delituosa com a prisão dos líderes e principais operadores da organização como também indisponibilizar o capital usado pra manutenção do grupo, buscando-se ao final compensar a sociedade gaúcha com os valores confiscados. Temos de sempre pensar em eficiência. No mesmo processo são inarredaveis ações privativas de liberdade e de restrição patrimonial. Temos um contínuo, cansativo, longo mas necessário caminho pela frente".

Para a promotora Josiene Menezes Paim é importante salientar que este é o resultado de um trabalho conjunto da Delegacia de Repreensão ao Crime de Lavagem de Dinheiro,
do Projeto-Piloto da Promotoria Especializada no Combate aos Crimes de Lavagem de Dinheiro e da Promotoria Criminal do Foro Regional do Alto Petrópolis.


Diário de Canoas
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