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Olimpíadas especiais

Nenhuma medalha dará conta de premiar nossos campeões

Jogos da Apae reúnem 21 delegações na Ulbra, em campo pela inclusão
06/12/2017 13:34 06/12/2017 13:37

No Gramado, o time do 22º Conselho, da região de São Borja, não joga “contra” o do 3º Conselho, da região de Três de Maio. Ambos são atletas/irmãos ligados à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Significa dizer que todos correm juntos e aproveitam o futebol Sete para confraternizar (e provar que nem sempre a medalha dá conta de premiar suficientemente a vitória pessoal de alguém).
A modalidade é uma das 11 que integram a 20ª edição das Olimpíadas Especiais da APAE (etapa Estadual) que ocorre até sexta-feira na Universidade Luterana do Brasil de Canoas (Ulbra). Outra boa notícia foi confirmada ontem pela organização: a etapa brasileira também será aqui, em dezembro de 2018, pela primeira vez na história do evento. O ciclo das olimpíadas é de três anos: primeiro a local, depois a estadual e depois a nacional. Foram 961 pessoas inscritas e 21 delegações nesta edição. Entre as modalidades Futsal, Futebol Sete, Basquete, Handbol, natação, atletismo, bocha, ginástica, tênis de mesa e capoeira. Nesta quarta-feira é a vez das provas de atletismo e bocha paralímpica. “Para os atletas ajuda no desenvolvimento global, não é sobre rendimento, diria que a competição é até um objetivo menor”, destaca o coordenador da Federação das APAE´s do Rio Grande do Sul, Paulo Antoni. “A ligação com o esporte ajuda até na inserção no mercado de trabalho.” É que ficar uma semana longe de casa desenvolve também habilidades de organização, convívio e até com o lidar com as “frustrações”.

Lá do Alto Uruguai
O goleiro Alexandre Breno, 20, mora em Rio Grande e representa a equipe de futebol do 2º Conselho, do Alto Uruguai. A equipe é quase uma seleção de atletas da APAE, formada por jovens de Iraí e Seberi. “Gosto de jogar futebol por causa da ginástica”, conta o garoto. “Comecei jogando na escola e depois cheguei aqui.” A partida estava marcada para as 11 horas de ontem contra o 10º Conselho, da região de Alegrete. Havia muito nervosismo, mas também muita vontade de entrar em campo. “Este tipo de atividade ajuda na inclusão, eles conhecem outras pessoas, se integram na sociedade”, destaca a coordenadora do 2º Conselho, Rejane Minuzzi. “Alguns ficaram bem nervosos, e nem conseguiram vir participar.”

APAE Canoas
A APAE Canoas é uma das produtoras do evento. O representante local é o atleta da bocha paralímpica Alisson Quadros dos Passos, 24. “Ele trein na própria APAE, temos um campinho de futebol”, destaca o presidente, Paulo Bogado (foto). Ele comemorou a escolha do município para o nacional de 2018. “É um marco, são 2,2 mil APAES no país e todas estarão concentradas aqui.”


Diário de Canoas
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