Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Rua Domingos Martins, 400 - Centro - Canoas/RS - CEP: 92010-170
Fones: (51) 3462.7000 - Fax: (51) 3462.7007

PUBLICIDADE
Preso em 2015

Condenado no mensalão, Pizzolato deixa a prisão em Brasília

Ex-diretor do Banco do Brasil foi colocado em liberdade condicional
28/12/2017 18:29 28/12/2017 18:38

O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi colocado em liberdade condicional na tarde desta quinta-feira (28). Pizzolato chegou por volta das 14 horas na audiência realizada na Vara de Execuções Penais em Brasília onde foram avalizados os termos para que o ex-diretor possa cumprir a liberdade condicional. Por volta das 15h30, ele deixou o prédio da Vara e seguiu para o Conselho Penitenciário do DF (Copen), onde os termos da audiência foram homologados. Ele deixou o local logo após às 17 horas.

"Vou correndo para casa, ver a minha mulher", afirmou.

Condenado no processo do mensalão por peculato, lavagem de dinheiro e corrupção passiva, ele estava preso desde outubro de 2015 na Papuda, quando foi extraditado da Itália, para onde tinha fugido usando documentos do irmão morto. Desde maio, porém, ele cumpre regime semiaberto em que só dormia no presídio.

Pizzolato vai usufruir da liberdade condicional a partir de uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que alegou que todos os critérios para que o ex-diretor tivesse o benefício já foram cumpridos, como ter bons antecedentes, bom comportamento durante a prisão e já ter cumprido mais de um terço da pena de 12 anos e sete meses.

Barroso destacou que Pizzolato já havia reunido, em maio, os requisitos para progredir de regime. No entanto, sua liberdade condicional foi vinculada ao início da quitação de uma multa de 2 milhões de reais, a qual não estava pagando.

A liberdade condicional só foi concedida após a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional informar ao Supremo que Pizzolato já havia adotado medidas comprovando que parcelou o pagamento dos 2 milhões de reais.


Diário de Canoas
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS