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Endocrinologia

Tecnologia a favor do paciente com diabetes

Novos aparelhos para verificação de glicose e aplicativos podem ajudar quem tem a doença a viver com mais qualidade
20/11/2017 11:16 20/11/2017 11:19

Gabriela da Silva/GES-Especial
Renata foi diagnosticada com diabete tipo 1 quando tinha apenas um ano de idade



A rotina de quem vive com diabetes deve envolver o uso diário de medicações, controle da alimentação e prática de exercícios físicos, já que a doença pode causar uma série de complicações. Grande parte da efetividade do tratamento, porém, vem do conhecimento que o paciente tem sobre o problema. “O autocuidado do diabético consiste em ter hábitos saudáveis, entender a ação dos medicamentos utilizados, monitorar a glicemia com frequência e desenvolver habilidades de tratar e corrigir as complicações”, destaca a nutricionista Renata Rothen, educadora em diabetes.

Diagnosticada com diabete tipo 1 quando tinha apenas um ano de idade, ela comenta que a tecnologia tem sido uma grande aliada para os pacientes. Embora ainda utilize medidores de glicose que fazem teste rápidos com furo na ponta dos dedos, Renata adotou também o uso de uma bomba de infusão de insulina que é conectada ao corpo e, através de um sensor, indica o nível de glicose no sangue, para evitar quadros de excesso (hiperglicemia) ou falta de glicose (hipoglicemia). No mesmo sentido, existem sensores que são colados na pele e escaneados por um aparelho portátil para verificação da glicose.

A nutricionista conta que utiliza também em sua rotina o sistema de contagem de carboidratos, com o auxílio de planilhas e aplicativos. “Dependendo a quantidade de carboidratos presente em cada alimento, sei se preciso aplicar ou não a insulina”, explica. Mas, para se beneficiar da tecnologia, é importante entender as informações indicadas por aparelhos e planilhas. “A educação em diabetes é tu te apropriar do teu corpo, saber que um bom controle e o que fazer com o resultado que tem na tua frente vai te proporcionar qualidade de vida”, destaca Renata.

O endocrinologista Davi Chaves Freire vê a educação em diabetes como a parte mais importante do tratamento. “Apesar de haver mais investimento da indústria e governo, nenhum dinheiro é superior ao cuidado que o paciente deve ter consigo mesmo”, ressalta.

O que é diabetes?

Diabetes é um grupo de doenças relacionado ao metabolismo da glicose. Há o tipo 1, de fundo imunológico, em que há células que destroem o pâncreas, e o tipo 2, que acontece por resistência à insulina para quem tem estilo de vida nada saudável. Se não controlada, a doença pode causar problemas de retina e levar à cegueira, também está relacionada a perda de função dos rins, infarto e derrame.

Sintomas

Os sintomas envolvem sede excessiva, vontade frequente de urinar, cansaço, turvação visual e perda rápida de peso. São sinais de que o corpo está tentando eliminar o excesso de açúcar por meio da urina e os rins aproveitam toda a água disponível no organismo, provocando a sede compensatória e a vontade de ir ao banheiro. Mulheres também podem descobrir o diagnóstico por episódios frequentes de infecções no trato urinário.


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