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Paralisação

Após 67 dias, professores decidem nesta sexta-feira se encerram greve

Cpers-Sindicato aguarda mais de três mil educadores para assembleia geral em Porto Alegre
09/11/2017 19:00 09/11/2017 19:00

Iniciada em 5 de setembro e completando 67 dias nesta sexta-feira (10), a greve do magistério pode estar chegando ao fim. A partir das 12h30 desta sexta-feira, um número estimado em mais de três mil professores decide os rumos da paralisação em assembleia geral marcada para o Centro de Eventos do Parque da Harmonia, no centro de Porto Alegre. O Conselho Geral do Cpers-Sindicato, que se reunirá pela manhã, das 8 horas ao meio-dia, deve apresentar sua posição, assim como os 42 núcleos da entidade, que realizaram, entre quarta (8) e quinta-feira (9), as suas assembleias regionais.

Nos bastidores, há uma queda de braço entre correntes que defendem o término da greve a partir de compromissos assumidos pelo governo, como a não-demissão de temporários, e outras que pregam a manutenção do movimento. A estimativa é que a assembleia geral termine por volta das 15 horas. Das quatro greve gerais realizadas no atual governo, esta é a mais longa. Em 2016, na primeira paralisação, foram 53 dias entre maio e julho.

Em entrevista a uma rádio da capital, nesta quinta, o governador José Ivo Sartori voltou a reiterar que nunca faltou diálogo do governo com os professores. “Temos o maior respeito por todos os professores, mas chegou a hora de entender que o aluno, o pai de família, precisa da compreensão de todos. Eu poderia dizer, de uma forma definitiva, que quem quer salários em dia tem que apoiar a mudança, a transformação”, disse Sartori, referindo-se a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal, do governo federal, e as medidas tomadas por seu governo buscando o saneamento das contas públicas.

Dia Nacional de Mobilização

Afora a Assembleia Geral do Cpers, a sexta-feira marca, em todo o País, o Dia Nacional de Mobilização, chamado pelas centrais sindicais em repúdio ao governo Michel Temer e às reformas Trabalhista e da Previdência. A partir das 16 horas, diversas categorias de trabalhadores darão um abraço simbólico no prédio da Justiça do Trabalho, no centro da capital. Na sequência, os manifestantes seguirão em caminhada até a Esquina Democrática, onde um ato unificado está marcado para às 18 horas.


Diário de Canoas
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