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Virada no tempo

Semana deve ser de chuva intensa e novos temporais no Estado

MetSul Meteorologia emitiu alerta neste final de semana
09/10/2017 06:40 09/10/2017 17:29

Jean Mortaza/Especial
Semana deve ser marcada pela chuva forte no Estado, diz MetSul
A MetSul emitiu alerta de chuva excessiva no Rio Grande do Sul com volumes muito altos a extremos. As regiões mais afetadas devem ser o Centro do Estado e a Metade Norte, onde, em muitos locais, podem se situar entre 150 e 300 milímetros. Período mais crítico de chuva será entre terça e a sexta-feira, quando são esperadas precipitações por vezes torrenciais.

Segundo a MetSul, há risco de alagamentos, inundações, subida rápida de níveis de rios/arroios e em áreas de relevo de deslizamentos e queda de barreiras. Temporais isolados de vento e granizo podem ocorrer no período, mas a maior preocupação é chuva excessiva. A região metropolitana está na área de alto risco de precipitações volumosas.

Defesa Civil em alerta
Falar em eventos climáticos é sempre motivo de apreensão em Canoas e Nova Santa Rita. Mesmo com a primavera e o calorão que começam a se firmar, a sombra do mau tempo está sempre rondando. O último motivo de preocupação é o alerta da MetSul para a situação na Grande Porto Alegre até o fim de semana. As projeções mais otimistas apontam entre 100 e 150 milímetros até sábado, as mais pessimistas, de 250 a 300 milímetros.

O maior risco de precipitações intensas (em curto período) pode ocorrer já na tarde/noite desta terça e sexta-feira. Alguns dados indicam potencial de volumes muito altos de chuva na área metropolitana na quarta-feira. Se os prognósticos se confirmarem, depois de uma semana com potencial de registro de alagamentos e todos os transtornos tradicionais, o domingo deve ser de sol e nuvens e temperatura amena. A chuva dá essa folga, mas na semana seguinte dá as caras de novo. Após breve trégua, na terça-feira ou quarta ela retorna.
Ao final, São Pedro é quem decide como vai ser. Ao mesmo tempo, por aqui os órgãos responsáveis pelos atendimentos tem que trabalhar preventivamente e estar em alerta para auxiliar à população. De acordo com o secretário especial da Defesa Civil de Canoas, Rodolfo Pacheco, a chuva dá os primeiros sinais de chegada ao RS. “Em Corrientes choveu forte e teve granizo, Argentina e Uruguai sinalizam o que vai ocorrer depois aqui”, aponta. “Já há o alerta sério de que a chuva ultrapasse a média de outubro.”

Para as três equipes do órgão não haverá feriado. “O primeiro embate é sempre auxiliar com lonas em casa de destelhamento”, ressalta. Para a nova casa de bombas oito funcionar bem é necessário que as ruas deem vazão da água. “Há uma capacidade grande dos equipamentos, mas as bocas-de-lobo têm que estar livres, e o volume que cair precisa ser absorvido para chegar às bombas.” A Prefeitura já havia iniciado um trabalho de limpeza preventivo. “Se chover nas cabeceiras, no Paranhana e Jacuí, na próxima semana afetará o Paquetá e a Barca”, alerta. “As pessoas precisam se preparar também, uma queda de granizo, se ocorrer afeta muito a rotina da cidade.”

Nova Santa Rita
Em Nova Santa Rita, o sobreaviso é total. O plantão da Defesa Civil está operando 24 horas. Ainda assim, a aposta é de que o temporal não seja caótico como prenunciado. “Recebemos todos os dados climáticos do Estado, mas 300 milímetros é uma superestimativa”, aponta o coordenador Claudiomiro Oliveira. “Deve ficar em torno de 100 milímetros, o que não impacta tanto, nem nos rios.” Como o órgão trabalha com prognósticos, não certezas, a operação está toda articulada para o resgate, abrigamento de famílias e distribuição de lonas, se necessário.

Chuva castiga a lavoura
A chuva chegou castigando a lavoura em outubro. Em Nova Santa Rita, a Emater trabalha forte com a informação aos agricultores. “Os episódios climáticos são recorrentes, os produtores precisam pensar sério em fazer o crédito de seguro agrícola”, destaca o engenheiro agrônomo Igor Bearzi. A chuva é outra ameaça. “O melão está em desenvolvimento, está em flor ainda, o repolho, a abobrinham o tomate e as folhosas estão em produção e precisamos orientar sobre como nutrir melhor as plantas e tentar salvá-las nesta chuva.”

Os produtores de melão e hortifrutigranjeiros foram os mais prejudicados com o temporal que abriu o mês. Algumas culturas como pepino, tomate, melão, berinjela e moranga, que geralmente são produzidas em áreas abertas (fora estufas), foram as mais afetadas, uma vez que estas já estavam em floração e algumas já com frutas, prontas para a colheita. Além disso, muitas estufas foram danificadas pelo vento, em muitas propriedades as perdas chegaram próximo a 100% da produção. Segundo a Secretaria da Agricultura, a maioria dos produtores não possui seguro agrícola para a cobertura das perdas. “Abobrinha e repolho, os números são levantados, mais na divisa com portão, da Sanga Funga, Caju e Figueira”,

“A gente organiza uma palestra sobre seguro agrícula, proagro, crédito.” “É recorrente, episódios assim são frequentes.” “o melão está em desenvolvimento, está em flor ainda, repolho em produção e a abobrinha, folhosas, tomate e precisa orientar para nutrir melhor as plantas e tentar salvar.” Em Canoas, A situação também apertou lá pelos lados do Mato Grande. E a situação é parecida. Nem todos os agricultores têm seguro.


Serviços de urgência
Bombeiros 193
SAMU 192
Defesa Civil de Canoas – 99368-9516/99237-8922/99322-5764
Defesa Civil de Nova Santa Rita – 98922 - 8949


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