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Presentes

Para o comércio, Dia das Crianças não é brincadeira, não

Previsão otimista da AGV é movimentar R$ 270 milhões em presentes
11/10/2017 13:14 11/10/2017 13:14

PAULO PIRES/GES
A manicure Ana Paula Aguiar pesquisa bastante o presente da filha Thayla Assis, 5 anos
Já que o feriado da quinta será de Nossa Senhora Aparecida, nunca é demais lembrar do ditado: “devagar com o andor que a 'santa' é de barro.” O momento é de recessão econômica. Por mais amor que a gurizada mereça, endividar-se agora pode comprometer as contas da família.

Para o comércio, vale dar aquela motivada no cliente. É que o Dia das Crianças é a última grande data antes do Natal. Não está sendo fácil. Ainda assim, a Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV) divulga pesquisa pra lá de otimista. A entidade aponta que a data deve movimentar R$ 270 milhões em presentes. Pela tabulação da AGV, 94,1% dos gaúchos farão esforço para agradar os pequenos, de qualquer forma. A projeção é de que 43,8% gastem o mesmo valor (presenteando a mesma quantidade de presentes) de 2016. Os entrevistados pretendem gastar entre R$ 80 e R$ 110.

Nada melhor que conferir “in loco” para “medir o pulso” de quem vai vender e de quem vai comprar, 24 horas do Dia das Crianças.“Estamos abrindo domingo e ficaremos abertos até às 13 horas no feriado”, destaca o gerente Yago Valgoi, 25, responsável por uma loja no Mathias Velho. “De dois anos pra cá piorou, apostamos nos produtos populares, baixamos a margem.” Segundo ele, não são só as crianças que choram nestes tempos de instabilidade. “O cliente pede desconto, pede parcelamento e está em dificuldade com crédito.” Um dos segredos para atrair a meninada é apostar na variedade. “Nossa meta era vender produtos por R$ 10,00, mas nem sempre é possível”, explica. “Mas há roupas infantis baratas e brinquedos que interessam as crianças, por baixo valor.”

A volta das “lembrancinhas”

PAULO PIRES/GES
Adriana dos Santos procurava um presente para os sobrinhos
É tudo uma questão de pertencer ao “círculo de confiança”, como naquele filme. Os pais têm que gastar mais com o presente dos pequenos. Mas os padrinhos e parentes mais distantes, tentam economizar nos agrados para sobrinhos e afilhados. “É o Dia das Crianças da lembrancinha”, afirma a auxiliar de loja Erica Martins, 28. “O pessoal prefere roupas por que compram apenas o essencial e roupa sempre é.”

A manicure Ana Paula Aguiar, 42, está se tornando quase uma “pesquisadora”. “Pesquiso bastante o presente da minha filha, sim”, reconhece. “Vamos pelo mais barato e, quase sempre, a roupa ganha.” A atendente de loja Adriana dos Santos, 44, vai se desdobrar para comprar presentes para os sobrinhos. “A maiorzinha aceita roupa, mas os pequenos, se não levar presente, nem abrem o pacote”, brinca. “Acabo comprando algo que dure, que eles possa usar bastante.”


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