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Cinema

Thor: Ragnarok, uma das produções mais engraçadas da Marvel

A 17ª produção dos estúdios Marvel jogou para escanteio justamente o tom épico que sempre acompanhou o deus nórdico e abraçou o bom humor
30/10/2017 16:04 30/10/2017 16:05

Divulgação
Thor: Ragnarok enfim é um filme digno do Deus do Trovão
Embora com aventuras épicas inesquecíveis nos quadrinhos, Thor chegou aos cinemas em duas produções absolutamente esquecíveis dentro do chamado Universo Cinematográfico Marvel. Isso agora é passado. Thor: Ragnarok enfim é um filme digno do Deus do Trovão. E por quê? Simplesmente porque a 17ª produção dos estúdios Marvel jogou para escanteio justamente o tom épico que sempre acompanhou o deus nórdico e abraçou o bom humor.

Thor: Ragnarok é, sem dúvida, o filme mais engraçado da Marvel. A aventura dirigida pelo neozelandês Taika Waititi (do ótimo filme de vampiros O Que Fazemos nas Sombras) não se leva a sério nem por um minuto. Também ator e comediante, Waititi entendeu o potencial bobo do personagem (afinal, Thor já foi até sapo nos gibis), arrancando o melhor da cara de paspalho do astro Chris Hemsworth no papel principal. Tá! E a ação hein?

Bom, o filme começa com Thor sendo derrotado pela irmã Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett, um deleite). Ele perde seu famoso martelo e acaba sendo exilado em Sakaar, um planeta onde ou ele luta na arena ou só serve de comida. É lá que o vingador loiro vai enfrentar o Hulk em uma das sequências de pancadaria mais divertidas já criadas pelo Universo Marvel. E por falar em diversão, Tom Hiddleston, Mark Ruffalo, Karl Urban e o veterano Jeff Goldblum completam o elenco em tom de palhaçada mesmo.

Com enormes cenários digitais, cores berrantes, visual psicodélico e e uma trilha sonora que lembra o pior dos sintetizadores dos anos 80, Thor: Ragnarok foge do lugar-comum que se tornaram as aventuras de heróis no cinema.


Diário de Canoas
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