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A espera acabou

Uma viagem a Los Angeles de 2049

Sequência do clássico Blade Runner estreou nesta quinta-feira nos cinemas
06/10/2017 11:08 06/10/2017 13:06

Divulgação
Sequência do clássico Blade Runner estreou nesta quinta-feira nos cinemas
A espera acabou. Estreou nos cinemas nesta quinta-feira (6) um dos filmes mais esperados do ano. Blade Runner 2049 é sequência da ficção que renovou visual e tematicamente o gênero há 35 anos. E aí vale lembrar que ninguém – público ou crítica – gostou de Blade Runner – O Caçador de Androides em 1982. Foi preciso que a passagem dos anos garantisse ao longa-metragem de Ridley Scott o status de obra-prima do gênero. Daí a expectativa dos fãs com o filme que entrou em cartaz.

O longa tem Ryan Gosling (visto este ano no premiado La La Land) como um caçador de androides em busca de rebeldes, assim como no original. Logo a trama ganha carácter pessoal para o detetive, que passa a investigar um caso que pode ou não estar ligado a seu nebuloso passado. E mais é melhor nem dizer. O roteiro escrito por Hampton Fancher (autor do original, baseado na obra de Philip K. Dick) e Michael Green é coerente com o mundo ilustrado pelo primeiro Blade Runner, trazendo revelações que aprofundam questões existencialistas e morais.

Filme vem sendo aplaudido no mundo todo
Visualmente deslumbrante, a produção orçada em U$ 185 milhões foi dirigida pelo canadense Dennis Villeneuve (do recente A Chegada) e fotografada pelo veterano Roger Deakins (Um Sonho de Liberdade) com um carinho e um cuidado que são raros no cinema americano atual. Parte do orçamento foi garantida ao veterano astro Harrison Ford, 75 anos, que retorna como o misterioso Rick Deckard que interpretou no original. Além dele, também estão no elenco Robin Wright, Dave Bautista, Ana de Armas e Jared Leto.

Longo (são 2h43) e lento, Blade Runner 2049 vem sendo aplaudido pela crítica em exibições no mundo todo. O público também tem respondido bem. Foram U$ 100 milhões arrecadados somente no primeiro dia de exibição nos Estados Unidos. Apesar do sucesso, vale ressaltar que a sequência é correta, mas nunca o grande filme que vem sendo apontado pelos mais entusiasmados. Há subtramas, referências e personagens demais, alguns como o vilão mal interpretado por Leto até são esquecidos ao longo da projeção. Além disso, é difícil se conectar emocionalmente com o taciturno personagem de Gosling, que passeia pelos cenários sem a mesma paixão e emoção dedicada pela produção às imagens. 


Diário de Canoas
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