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Confirmação na Alemanha

SAP deve criar mais 400 vagas em São Leopoldo até 2020

Mais cedo, Stihl também confirmou investimento de R$ 300 milhões na unidade leopoldense

A missão gaúcha na Alemanha começa a dar resultados. No primeiro dia de visitas oficiais, duas grandes novidades para a economia do Estado. A Sthil anunciou investimento de R$ 300 milhões de reais, ou cerca de 80 milhões de euros, até 2020, para a construção de um Centro de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e de um prédio de produção de máquinas na planta da empresa, em São Leopoldo. Já a SAP, confirmou seu plano de investimentos no Tecnosinos, também em São Leopoldo. Até 2020, a empresa alemã deve criar 400 novos empregos, chegando a 1,2 mil colaboradores. 

Visita na Sthil

O grupo gaúcho foi recepcionado por Selina Stihl, membro do Conselho Consultivo da Stihl, Wolfgang Zahn, vice-presidenre de Desenvolvimento do Grupo Stihl e o presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther na entrada da sede da empresa de ferramentas, que estava com a bandeira brasileira hasteada ao lado da alemã, em Waiblingen. “Já investimos há mais de 40 anos no Brasil. É uma modernização predial com novas estruturas e além disso sempre investimos em novas máquinas, automação e digitalização. Isso é uma coisa contínua, o Brasil é uma planta muito importante no grupo”, afirma Selina, ao lembrar que a planta de São Leopoldo, que foi inaugurada em 1973, também foi a primeira da Stihl fora da Alemanha.

O chefe do Executivo gaúcho destaca que o investimento anunciado foi além do esperado. “Isso garante para o futuro do Rio Grande do Sul novos investimentos, a manutenção de mão de obra local. É uma garantia de sequência, não apenas de agora mas de futuro, porque não fica apenas no nosso governo. Vai agregar mais tecnologia em um mundo altamente moderno. Acredito que teremos a visita da direção da Stihl agora em novembro durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA) e que vai propiciar ainda uma demonstração mais efetiva do que está sendo confirmado hoje. Estamos contentes, mesmo nas dificuldades estamos plantando essa semente do desenvolvimento econômico e do crescimento”, frisa Sartori.

Palácio Piratini
Momento da assinatura do investimento de R$ 300 milhões na unidade da Sthil em São Leopoldo

Obras

A plantação da semente do investimento deve começar a aparecer em novembro deste ano, quando as obras no Centro de P&D começarem. O presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther, reforça que esse investimento é um sinal da confiança do grupo na fábrica brasileira.

“As instalações serão modernas conforme padrões da matriz alemã dentro do atual complexo em São Leopoldo. O centro de desenvolvimento terá 3,2 mil metros quadrados com capacidade para mais cabines de testes. Na última quarta-feira foi definida a construtora que fará a obra”, conta Guenther, ao adiantar que é uma construtora paulista que trabalha com o sistema BIM e terá parceiras no Estado. O nome ainda não foi revelado porque a empresa ainda não teria sido comunicada. “O Centro de P&D deve ser entregue em novembro de 2018.”

Pilares do investimento

Competitividade, qualidade e indústria limpa. Esses são os três pilares que sustentam o investimento que será feito em cerca de três anos na unidade de São Leopoldo da Stihl. Guenther conta que a obra será feita em duas etapas. A primeira é a construção do Centro de P&D. “Depois, o prédio onde, atualmente, temos um centro com cabines de teste terá uma parte demolida para a construção de um novo prédio de produção de máquinas que terá 13 mil metros quadrados e será entregue no final de 2019”, fala o o presidente da Stihl no Brasil, Cláudio Guenther, ao dizer que recentemente foi contrada a empresa que fará o projeto arquitetônico do novo prédio. No final da visita na Stihl, o presidente da empresa Nikolas Stihl – filho do fundador – conversou com o governador e destacou a importância da planta gaúcha para o grupo alemão.

Manutenção de empregos

O secretário adjunto de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia gaúcho, Evandro Fontana, fala que o governo ficou muito feliz com o investimento. “O Estado foi escolhido e isso significa a manutenção de empregos e a transformação de uma indústria 4.0. Na reunião, os diretores da Stihl destacaram a importância da planta para o grupo. Ressaltaram que o Rio Grande do Sul é confiável, sendo referência no Mercosul. Além disso, a localização é estratégica no Estado e no Mercosul, já que a empresa está em uma faixa junto com 70% do PIB da América do Sul localizado a menos de 1,5 mil quilômetros de Porto Alegre”, pontua Fontana, ao lembrar que a SAP – outra empresa alemã com sede no Tecnosinos, em São Leopoldo – também foi visitada pela comitiva. “No início do ano, a SAP também anunciou um investimento de R$ 40 milhões na unidade na região o que é muito importante.”

Nicolle Frapiccini/GES-Especial
Sartori em visita na sede da SAP, na Alemanha

Novas contratações

Depois de visitar a Stihl, a comitiva gaúcha seguiu para Walldorf, onde teve reuniões e visitou a sede da SAP. Na sede da multinacional alemã, o grupo foi recebido pelo COO, Clemens Daeschele, e o executivo e vice-presidente Franz Faerber. Durante a apresentação da empresa a comitiva, Daeschele frisou a importância da unidade de São Leopoldo para a empresa.

“O trabalho com a Unisinos é muito importante e por isso estamos investindo muito no Estado.” Farber conta que todas as unidades da SAP foram avaliadas para sediar um dos quatro primeiros centros de coinovação e transformação digital da empresa no mundo. “Avaliamos e decidimos por São Leopoldo e a razão principal foi as pessoas com alta performance, o nível educacionale o entusiasmo das pessoas”, revela o vice-presidente, ao contar os planos de expansão para a unidade localizada no Vale do Sinos.

“Temos 20 desenvolvedores e queremos chegar até 2020 a cem. Além desses investimentos, pretendemos ter um crescimento de 50% até 2020, quando queremos chegar a 1,2 mil funcionários, hoje são cerca de 800”, comenta Farber.

Recentemente, a SAP anunciou que investirá R$ 40 milhões em cinco anos para estimular o desenvolvimento de empresas de tecnologia no Brasil. "No ano passado, o centro de pesquisa elevou em mais de 20% o número de contratações. Vamos estender áreas físicas, já estamos ficando apertados. Precisamos contratar”, detalha Daeschle, ao lembrar que a unidade leopoldense é a oitava maior entre 19 centros de pesquisa da SAP no mundo.



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