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Contra parcelamento

Professores estaduais decretam greve por tempo indeterminado

Nova paralisação do magistério estadual foi anunciada nesta terça e é a quarta no governo Sartori

BM/Divulgação
Após o ato, os educadores saíram em caminhada até a Praça da Matriz, onde realizaram manifesto em frente ao Palácio Piratini
Uma boa parte das mais de duas mil escolas da rede pública estadual já sem aula a partir desta terça-feira (5). É o que defende o Cpers-Sindicato que em assembleia geral hoje, em Porto Alegre, aprovou uma nova greve geral do magistério por tempo indeterminado enquanto o governo não integralizar salários e dar fim aos parcelamentos. Após o ato, os educadores saíram em caminhada até a Praça da Matriz, onde realizaram manifesto em frente ao Palácio Piratini.

Esta é a quarta vez em 36 meses da gestão José Ivo Sartori que o maior sindicato do funcionalismo público chama seus filiados à greve. “Vamos cruzar os braços porque não temos salário”, resumiu a presidente da entidade, Helenir Aguiar Schürer, destacando que o detonador da paralisação foi o 21º parcelamento imposto pelo Palácio Piratini nos salários de agosto, com o menor pagamento de parcela inicial, de R$ 350.

Outra queixa é que os educadores, ao terem o salário parcelado, pagam juros da negativação de suas contas ao Banrisul, mas sem que o banco cesse a cobrança. O possível encontro das folhas salariais em outubro, pré-anunciado pelo Executivo, também explica a greve, junto com o descumprimento pelo governo de determinação do Poder Judiciário, que acatou liminar favorável ao sindicato e proibiu o Estado de parcelar os salários.

Já a partir desta quarta o Cpers e seus 42 núcleos iniciam a Caravana da Educação, que percorrerá o Rio Grande do Sul buscando sensibilizar educadores para adesão ao movimento e esclarecendo às comunidades os motivos da nova greve. Uma forte agenda de mobilizações e atos também é prevista.

As deliberações da assembleia do Cpers

- Greve geral por tempo indeterminado;
- A não recuperação dos dias parados enquanto o governo não estabilizar os salários e não discutir os juros que estão sendo pagos na rede bancária a partir da negativação das contas dos servidores;
- Caravana da Educação para visitar todas as escolas do Estado e sensibilizar a comunidade escolar, incluindo os pais de alunos, para o fechamento das escolas;
- Agenda imediata com o governo para abrir mesa de negociações e encerrar o parcelamento. 


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