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Estreia nesta quinta

Parece, mas não é James Bond

Principal estreia desta quinta-feira, Kingsman: O Círculo Dourado brinca com o universo do agente 007
27/09/2017 15:18 27/09/2017 16:14

Ação, suspense e espionagem; humor, sofisticação e charme; mulheres sedutoras, agentes secretos e Londres. Se você está pensando no espião mais famoso do cinema, esqueça. Maior produção entre as estreias desta quinta-feira, Kingsman: O Círculo Dourado tira o maior sarro das produções que celebrizaram o agente 007.

Sequência de Kingsman: Serviço Secreto (2014), a aventura mostra a rotina do agente secreto Eggsy (Taron Egerton), agora consolidado como um superespião a serviço da organização Kingsman do título. Um atentado, entretanto, vai colocar o jovem agente em rota de colisão com uma traficante sádica com o costume de “moer” seus desafetos.

Adaptado da história em quadrinhos de Mark Millar, O Círculo Dourado repete a fórmula de misturar o universo de James Bond com ironia, absurdos e ultraviolência, química que fez o original passar de um projeto arriscado para um dos maiores sucessos de 2014. Alguns fãs mais entusiasmados chegaram a dizer que a produção elevava 007 para 0011!

Mais uma vez comandada pelo cineasta e produtor inglês Matthew Vaughn (Kick Ass), a produção tem elenco de feras: Julianne Moore, Halle Berry, Jeff Bridges, Mark Strong, Channing Tatum e Pedro Pascal. O destaque, porém, vai para o retorno de Colin Firth. É que o ator inglês morreu no filme anterior, mas seu sucesso foi tamanho que os produtores deram um "jeitinho" de trazê-lo de volta.

É uma pena que apesar do bom elenco e do ótimo clima retrô, a proposta de uma aventura eletrizante esbarre na longa duração (são 2h20), além da presença de personagens excessivos e ação repetitiva, longe da qualidade do antecessor. Não há nada aqui tão bom quanto a sequência na igreja do original em que o agente Galahad, encarnado por Colin Firth, executava uma congregação inteira. Quem viu, não esquece.


Diário de Canoas
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