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No bolso

Reajuste frequente do gás de cozinha preocupa consumidores

O melhor é pechinchar antes de chamar o caminhão que faz a entrega

Gás de cozinha tem aumentado com mais frequênciaO reajuste de 12,2% para o gás liquefeito de petróleo (GLP) já nem foi uma surpresa para a dona de casa Maria Lúcia Figueira. A moradora do bairro Rio Branco está mais do que acostumada a ver o gás subindo “a cada mês.” Não tenho carro e não dirijo, mas isso está igual a gasolina. Sobe toda a hora e a gente tem é que correr atrás”, reclama. “Daqui a pouco eles vão vender o botijão a R$ 100. É uma vergonha!” A opinião não é só dela. Tem muita gente preocupada com mais um aumento do gás de cozinha. Afinal, se antes ele subia a cada ano ou, pelo menos, de seis em seis meses, hoje o reajuste é bem mais frequente.

O pior é que em Canoas tem quem esteja abusando do “giz de cera na placa.” Até esta semana, era possível encontrar um botijão de 13 kg a R$ 50. Porém já havia estabelecimentos vendendo a R$ 65, conforme apurou nossa reportagem em uma ronda pelas ruas da cidade. Melhor para quem está vendendo barato. Patrícia Endres, por exemplo, até esta quarta-feira estava vendendo botijões em estoque a R$ 50 para quem retirasse na porta de sua revendedora Nacional Gás, na Rua Florianópolis 1480, no bairro Mathias Velho.

“A gente sabe que tem gente que vende mais caro”, diz. “Por isso não subimos quase nada nos últimos reajustes”, aponta. “Infelizmente, desse não vamos poder escapar. Nosso botijão também vai subir.”

“É como escolher um sapato”

PAULO PIRES/GES
Gás de cozinha
Presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha, Ronaldo Tonet ressalta que não há por que reclamar. O reajuste já aconteceu e em breve deverá ser sentido pelo consumidor. “O que acontece é que as pessoas têm que pechinchar”, avisa. “Não adianta pagar pelo botijão o maior preço. É como escolher um sapato. A gente vai de loja em loja até encontrar um que não caiba só no pé, mas também no bolso”, compara.

Tonet também lembra que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) não diz quanto deve custar o botijão, daí que os proprietários podem colocar o preço que quiserem. “É exatamente como a gasolina. Quem fugir muito ao preço, vai perder dinheiro. Então o camarada até pode cobrar R$ 80 por seu botijão de 13 kg, mas em breve vai estar perdendo a clientela para a concorrência”, explica. “Então o melhor é ficar de olho mesmo.”

Até R$ 15 de aumento

Distribuidores são aqueles que “engarrafam” o gás e levam os botijões prontos até as revendedoras, responsáveis pela venda para o consumidor. Nossa reportagem entrou em contato com alguns profissionais que trabalham na distribuição em Canoas. Um deles relatou que há certos abusos sendo cometidos na cobrança do gás da cidade. “O que tem que ficar claro é que o governo anuncia que o aumento real para o consumidor será de até R$ 3, mas isso não é verdade”, advertiu o homem, que preferiu não se identificar. “A realidade é que há revendedoras fazendo reajustes que resultam em até R$ 15 de aumento”, avisa.


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