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Política

Temer diz que 'cada um quer derrubar o outro' no Brasil

Em evento no Planalto, presidente diz que 'o povo brasileiro é maior do que toda e qualquer crise'

Evaristo Sá/ AFP
Fala de Temer foi dita em evento com entidades patronais e sindicalistas no Palácio do Planalto
O presidente Michel Temer afirmou que os brasileiros querem se derrubar e muitas vezes inventam problemas. Nesta terça-feira (12), em evento com entidades patronais e sindicalistas no Palácio do Planalto, Temer defendeu que a "realidade" é o crescimento do País, em vez de uma crise. Mais cedo, por nota, ele havia criticado a "barbárie da punição sem provas". As declarações vêm um dia depois de a Polícia Federal apontar indícios de crime praticados por Temer, ministros e deputados peemedebistas.

"Cada um quer derrubar o outro, cada um quer derrotar o outro, cada um quer encontrar um caminho para verificar como é que atrapalha o outro. E não conseguem", declarou o presidente.

Em evento com entidades patronais e sindicais no Planalto, mais de 20 pessoas discursaram. O relatório da Polícia Federal não foi mencionado, assim como a nova denúncia criminal que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá fazer contra Temer nos próximos dias.

"Não conseguem (derrubar o outro) porque o Brasil não para. O povo brasileiro é maior do que toda e qualquer crise. O povo brasileiro é capaz de encarar problemas, muitas vezes artificialmente criados, e dizer: "Não vou no artifício. Vou na realidade". E a realidade é o crescimento do País. A realidade é o que os senhores disseram e nós acabamos de dizer", emendou Temer.

Na mesma linha, o deputado Paulinho da Força (SD-SP), disse que gostaria de sair da "pauta" de denúncias de corrupção e discutir a retomada do emprego. "Nossa ideia hoje era sair um pouco dessa pauta que tem sido feita no Brasil (corrupção). Nossa preocupação principal é o emprego", afirmou o parlamentar.

"Estamos aqui para falar de economia. Nosso objetivo aqui não é repetir esses mesmos assuntos", declarou Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O grupo entregou a Temer "medidas emergenciais" para gerar empregos no país. Após a cerimônia, a comitiva foi almoçar no Palácio do Alvorada.


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