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Nos Estados Unidos

Protesto de grupos de extrema direita termina com um morto e dezenas de feridos

Grupos, como a Ku Klux Klan, são contrários ao projeto de retirar de espaço municipal a estátua de general que lutou a favor da escravidão

AFP
Diante dos incidentes, o batalhão de choque decidiu proibir a manifestação prevista e esvaziou o parque público onde ela aconteceria
Confrontos violentos foram registrados neste sábado (12) entre militantes antirracistas e grupos da extrema direita americanos reunidos na cidade universitária de Charlottesville, no estado da Virginia. O governador decretou estado de emergência.

Segundo o prefeito da cidade, Mike Signer, uma pessoa morreu no tumulto. No Twitter, ele pediu que a população deixasse a manifestação, que teve 19 feridos.

Em meio a nuvens de gás lacrimogêneo, os confrontos entre manifestantes da direita radical e contramanifestantes se multiplicavam antes do início da mobilização, com brigas, lançamento de projéteis e pauladas. Neste clima de alta tensão, o temor de acontecimentos mais graves aumentava, porque os manifestantes portavam armas, o que é permitido por lei no estado da Virgínia. Mais tarde, testemunhas relataram que um carro investiu contra a multidão, ferindo várias pessoas. 

Membros das milícias de extrema direita assumiram uma postura paramilitar, carregando no ombro fuzis semiautomáticos, não muito distante das forças de segurança chamadas ao local.

Diante dos incidentes, o batalhão de choque decidiu proibir a manifestação prevista e esvaziou o parque público onde ela aconteceria. Os efetivos realizaram um número não divulgado de prisões durante a operação.

Os grupos da direita radical, entre os quais a Ku Klux Klan e neonazistas, queriam denunciar e se opor ao projeto de Charlottesville de retirar de um espaço municipal a estátua do general confederado Robert E. Lee, que lutou a favor da escravidão durante a Guerra Civil americana.

O presidente americano, Donald Trump, pronunciou-se no Twitter sobre o episódio, pedindo união. "Todos devemos estar unidos e condenar tudo o que o ódio representa. Não há lugar para este tipo de violência nos Estados Unidos. Vamos nos unir como um só", pediu.

A primeira-dama, Melania Trump, condenou o sectarismo. "Nada bom sai da violência", tuitou.


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