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Violência

Soldado do Exército é morto trabalhando como motorista em Montenegro

Segundo familiares, vítima também atuava como motorista do Uber

Reprodução /Facebook
Corpo de Marcelo Gabriel Lisboa Roxo, de 23 anos, foi encontrado na zona rural de Montenegro
Um soldado do Exército, que servia no 19º Batalhão de Infantaria Motorizada, em São Leopoldo, foi encontrado morto na zona rural de Montenegro na noite de domingo (16). Marcelo Gabriel Lisboa Roxo, de 23 anos, segundo informado pela família à Polícia, trabalhava nas horas de folga como motorista do Uber. O último contato teria sido feito com a namorada ainda na manhã de ontem.

No fim da manhã desta segunda-feira (17), a Polícia Civil de Montenegro apreendeu em flagrante um adolescente de 17 anos acusado de ser o autor do crime. Segundo o delegado Eduardo Azeredo Coutinho, o menor é morador de Portão e teria matado o jovem de São Leopoldo com um tiro. "Ele confessou o crime e confirmou esta tese de latrocínio, porém a conversa não está tão de acordo, por isso seguimos com as investigações", afirma. O jovem foi levado para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) da cidade.

A Polícia também segue investigando a hipótese de execução. O Chevrolet Classic usado pelo jovem não foi encontrado no local do crime. O celular, carteira e outros bens da vítima também sumiram. Junto ao corpo, havia apenas a quantia de R$ 200, que ele escondia na meia.

Vítima trabalhou a madrugada como motorista do Uber 

Segundo o chefe do setor de investigação da Delegacia de Polícia de Homicídios de São Leopoldo, Odilei Betanin, que também atua na investigação, familiares relataram que Marcelo teria trabalhado durante a madrugada de domingo fazendo corridas chamadas pelo aplicativo Uber. Durante a manhã de domingo, entretanto, faria uma corrida, como motorista particular, que havia sido agendada na quinta-feira passada. "Oito horas da manhã foi a última vez que ele fez contato com a namorada, falando que estava na localidade onde foi encontrado morto", explica Betanin.  O Estatuto dos Militares não permite que soldados tenham outras atividades remuneradas. 

Exército desconhecia atividade de motorista

O tenente Daniel Ferraz Tavares, oficial de comunicação social do 19º Batalhão de Infantaria Motorizada confirmou que o Exército não tinha conhecimento do trabalho do jovem como motorista do Uber. “Isso é uma surpresa e o fato não foi confirmado ainda. Não temos permissão para trabalhar em algo que não seja atividade fim no Exército, que demanda dedicação 24 horas. Esperamos agora a conclusão das investigações”, afirma. O soldado Lisboa, como era chamado pelo grupamento, servia em São Leopoldo desde 2013.


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