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Colcha de retalhos

Obra na Boqueirão atrapalha o trânsito e o comércio

Emendas mal-feitas, buracos e falta de asfalto em trechos onde está sendo substituída uma adutora de água estão entre os problemas apontados

Obra de adutora na Boqueirão deixa rastros no asfaltoSe o aeromóvel sai ou não sai, ainda se discute. Na Avenida Boqueirão, no Igara, o que os comerciantes da volta já opinam é que a pavimentação está capenga por causa do futuro transporte. Em fevereiro/março, próximo à Avenida Liberdade, foram realizadas pela Corsan obras de desvio de uma tubulação subterrânea (na altura do Centro de Bem-Estar Animal e o número 158 da via). Estamos na metade de maio e ainda há vestígios e transtornos, além de cones pelo caminho.

O empresário Reinaldo Dalcin, 31 anos, tem um comércio de cabos de aço há dez anos no local. Coleciona reclamações. Na época, teve falta de água, mas o pior nem foi isso. “Abriram buraco na frente da nossa empresa e dificultou na hora de descarregar nossos caminhões”, aponta. “Um caminhão quase caiu num buraco e acabou batendo na porta da firma.” Há um desnível visível próximo ao meio-fio, emendas mal-feitas, não só ali, mas metros adiante. “É uma diferença de uns sete centímetros de caída. Se os caminhões de entrega forem danificados, vão querer cobrar da gente.” Segundo ele, há ainda uma questão de segurança. “O pessoal que trabalha na obra largou as tubulações todas soltas do canteiro central”, alerta.

Dois meses de transtorno

A situação na Boqueirão não é um caso isolado. Mas o secretário de Obras, Adalberto Schen, salienta que o trabalho ali é de responsabilidade da Corsan, acompanhado pelo Escritório de Engenharia da Prefeitura. “Fiscalizamos só o fechamento da vala”, explica. Na tarde de segunda-feira, houve reunião com a Corsan para tratar de problemas de execução desse e de outros contratos. “A Companhia não tem nos atendido a contento”, afirma. “O Prefeito Busato nos orientou a comunicá-lo diretamente quando há dificuldades, para que acione o presidente da Corsan.”

Conforme Schen, Canoas já encaminhou multa à Corsan sobre outro caso. “Há um mês apresentamos 85 locais em más condições que necessitam de reparo”, diz. De acordo com Schen, após 30 dias, a Prefeitura já poderia multar a Companhia. No caso da Boqueirão, são dois meses de transtornos. “Já acionamos a empresa que faz a obra, não deram prazo ainda, mas se comprometeram a consertar.” Canoas também mandou ontem uma equipe até o local, de acordo com ele.

Corsan diz que não é responsável

A obra que está sendo executada na Avenida Boqueirão não é de responsabilidade da Corsan. A Companhia é responsável por fiscalizar os serviços de transposição e substituição de uma adutora (realizados pela Prefeitura) e por executar eventuais reparos causados por interferência da própria obra. Em relação ao quantitativo de locais que estariam necessitando de reparos, a Corsan verificará a situação de cada demanda para tomar as providências cabíveis.


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