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Dia das Mães

Consumidor deve gastar de R$ 100 a R$ 127 no Dia das Mães

Presentes mais frequentes estão vestuário, perfumes e cosméticos e calçados, eletroeletrônicos e eletrodomésticos

Consumidor deve gastar de R$ 100 a R$ 127 no Dia das Mães As pesquisas de tendência de compra, na data mais importante depois do Natal, ouvem consumidor e comerciante na tentativa de decifrar o enigma: qual será o tíquete médio para o Dia das Mães? Quanto cada filho pretende gastar no próximo domingo, dia 14 de maio? Ao que tudo indica, será apenas um mimo que deve custar em torno de R$ 100 a R$ 127,00.

Fecomércio-RS ouviu 380 pessoas em Santa Maria, Caxias do Sul, Porto Alegre, Ijuí e Pelotas. Os consumidores desembolsarão em torno de R$ 127,14. Não deve ser o ano daquela variedade de presentes dada por filhos e filhas. Os mais frequentes serão vestuário, perfumes e cosméticos e calçados, eletroeletrônicos e eletrodomésticos (6,5%). Entre os locais de compra, as mais citadas são as lojas do centro, seguidas dos shoppings. “Indústria da transformação, comércio e administração pública tiveram crescimento em oportunidades”, destaca o presidente do Sindilojas Canoas, Denério Neumann. “A conjuntura econômica deve impactar, mas ninguém deixará de comprar presente para a mãe.”

Crescimento nas vendas

Pela análise do cenário feita pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), o presentes para as mamães deve ficar na faixa de R$ 110,00 para adultos e R$ 35,00 para crianças. O crescimento médio nas vendas de maio deverá ser superior aos cerca de 4% que a média histórica registra na comparação com o mês de abril. O volume pode ser incrementado com o uso dos recursos oriundos das contas inativas do FGTS, que, pode chegar a R$ 400 milhões.

Cadê o frio?

No Centro de Canoas, o horário do meio-dia não tem sido mais aquele agito de outros tempos. Era na folga do almoço que as lojas ficavam lotadas durante a semana. “Abril foi pior que janeiro e fevereiro”, destaca o comerciante Jairo Ortiz, 59. “A greve atrapalhou, teve muito feriado e não teve frio.” A loja localizada na Rua Quinze de Janeiro tem bolsas entre R$ 15 e R$ 129, jeans entre R$59,99 e R$ 139 e blusas entre R$ 29,90 e R$ 99,90. “Temos muita coisa de meia-estação e tem feito dias mais quentes”, explica. “O problema não são promoções, porque o comércio tem feito bastante.”

Estratégias para vender melhor

A FCDL tem incentivado o uso de estratégias criativas para tornar o ambiente de compra mais atrativo. Quem é do ramo sabe que a boa energia influencia na relação cliente/vendedor, bem como, a exposição dos produtos na loja e as formas de pagamento. Para a entidade, o momento pede o uso do crediário próprio das lojas, pois entraram em vigor restrições ao uso do rotativo do cartão de crédito.

Com uma carta de clientes confiável o carnê próprio é uma boa alternativa. Os lojistas podem ofertar juros menores do que os das operadoras. Criar vitrines tematizadas e ofertar promoções especiais são atrativos importantes. O consumidor está bem mais cauteloso neste ano e a escolha do presente deixará de privilegiar a marca do produto em favor de uma relação custo-benefício mais atraente. Por isso, é importante ofertar opções variadas de artigos, com preços diferenciados.


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