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Rio Grande do Sul

Fenadoce 2017 retrata origens culturais e primeiras doceiras de Pelotas

Evento da zona sul do Estado ocorre de 31 de maio a 18 de junho

Marcel Streicher/Divulgação
Fenadoce acontece no Centro de Eventos Fenadoce, em Pelotas, de 31 de maio a 18 de junho

Marcel Streicher/Divulgação
Doces são uma tradição portuguesa e que fazem a fama de Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul
A tradição doceira de Pelotas, no extremo sul gaúcho, surgiu de uma grande mistura cultural. Desde os africanos e portugueses até os franceses, alemães e italianos, são muitas as histórias que construíram a vocação da cidade que, neste ano, celebra a 25ª Feira Nacional do Doce, que acontecerá de 31 de maio a 18 de junho. “Doce: A Nossa Grande História” é o tema desse ano da feira, que busca resgatar as origens culturais que transformaram a cidade na capital nacional do doce e valorizar a figura das doceiras.

Para que cada detalhe da decoração da Fenadoce possa transmitir a mensagem de valorização às origens e às doceiras, a organização buscou o trabalho do artista plástico Madu Lopes, que é o responsável pelo conceito e projeto cenográfico da feira nos próximos três anos. O artista explica que a inspiração foi a mescla de culturas que criaram o doce de Pelotas com foco na produção artesanal. “Busco algo mágico para encantar visualmente a todos e contar não apenas as histórias dos doces, como também das mãos que deram vida a essas joias dos sentidos", afirma ele, ressaltando que busca criar uma unidade da tradição doceira onde cada povo que participou dessa construção possa ter o seu espaço.

Localizada a 250 quilômetros de Porto Alegre, a cidade de Pelotas guarda alguns momentos marcantes na sua história. Terra natal do escritor João Simões Lopes Neto e palco de gravações como a minissérie A Casa das Sete Mulheres e o filme O Tempo e o Vento, é no doce que a cidade desponta economicamente e se transforma como polo turístico gastronômico no Estado. Em sua 25ª edição, a Fenadoce quer recontar como a história de Pelotas e o doce se encontraram pelas mãos das escravas africanas e os demais povos que chegaram à cidade há alguns séculos.

Madu salienta que o público poderá esperar uma decoração com um toque de inovação devido a ressignificação de objetos e de um trabalho diferenciado de criação de esculturas e pinturas exclusivas. Segundo ele, a ideia é realizar uma grande exposição que deve se espalhar pela feira. "O público pode esperar uma experiência estética única, uma incursão lúdica no universo do doce", adianta ele.

O vestido da corte também costuma ser de grande expectativa do público. Formada nesse ano pela rainha Fernanda Rott e as princesas Bibiana Dias e Laura Braga, a corte leva mais uma vez o nome da feira e da cidade de Pelotas para todos os cantos. Elas traduzem a alma calorosa do povo que representam, por isso, cada detalhe das suas roupas deve retratar também a história do doce em sintonia com o trabalho de Madu Lopes.

Sobre o artista

Conhecido como Madu, o artista plástico Manoel Eduardo Lopes de Oliveira é natural de Dom Pedrito e reside em Pelotas desde 1991. A partir de 2000 começou a vender as suas peças e “viver” da sua arte, passando pela cerâmica, pintura em tela, esculturas e porongos. O profissional tem o trabalho reconhecido por retratar mulheres em suas pinturas. Atualmente, comercializa peças para todo o país, ministra cursos e participa de feiras e exposições.

SERVIÇO

O que: Feira Nacional do Doce - Fenadoce 2017

Data: 31 de maio a 18 de junho

Local: Centro de Eventos Fenadoce (Av. Presidente Goulart com a BR-116) – Pelotas (RS)

Horário: segunda a quinta, das 14 horas às 22 horas; sextas, das 14 às 23 horas; sáb, dom e feriado, das 10 horas às 23 horas.

Ingressos: seg a sex: R$ 8,00 por pessoa; Sab, dom e feriados: R$ 10 por pessoa. Crianças até 6 anos não pagam ingresso e estudantes identificados com a carteira estudantil e idosos acima de 60 anos pagam 50% do valor.

Estacionamento: R$ 15,00.

Site: www.fenadoce.com.br | Facebook: www.facebook.com/fenadoce


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