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Em busca de ajuda

Casal em dificuldades teve gêmeas que precisam de cuidados especiais.

O Eder precisa de trabalho, a Lenice precisa de leite

PAULO PIRES/GES/PAULO PIRES/GES
Casal Lenice e Eder Santos estão precisando de ajuda com as gêmeas que nasceram no dia 11 e estão internadas no HU
O nascimento de uma criança é sempre uma dádiva, então imagine gêmeas? O casal Eder e Lenice Santos da Silva também pensa assim. Pena que as pequenas Ellen Ester e Liliane tenham nascido com dificuldades. Ellen nasceu com problemas respiratórios e Liliane nasceu muito fraquinha, com 1,990 kg. As duas irmãs nasceram no dia 11, mas permanecem internadas no Hospital Universitário (HU). Liliane tem melhorado, mas Ellen continua respirando com a ajuda de aparelhos. "A gente já sabia que seria difícil porque elas nasceram um mês antes, prematuras", conta Lenice. "A gente estava em casa bem tranquilo, quando a bolsa estourou. Foi água para todo o lado. Então começamos a correr e não paramos mais", completa Eder.

Assim, desde o último dia 11, o casal tem se revesado no cuidado das crianças. As dificuldades são acrescidas pela situação financeira dos moradores do bairro Mathias Velho. Acontece que Eder está desempregado. Alterna a rotina junto as meninas a entrevistas de emprego que até agora não resultaram em uma vaga sequer. "Eles me chamam para trabalhar aqui e ali, mas não passo das entrevistas. Não consigo que me deem uma oportunidade", lamenta. A preocupação do casal é maior porque Lenice não pode voltar a trabalhar tão cedo. Caso as gêmeas voltem para casa logo, serão necessários cuidados mais do que especiais por parte dela. "A Liliane está tomando um leite, mas a Ellen só se alimenta por sonda. Ainda não consegui amamentar as minhas filhas. Então não sei se elas vão pegar peito ou se vou ter que comprar Nan, que é o que elas estão tomando no hospital."

O drama da família Silva

Eder precisa de trabalho. Com experiência em carteira como motorista e também como vendedor externo, ele está aceitando qualquer vaga de trabalho. Pode ser na produção de uma firma, por exemplo. Basta ter uma oportunidade. Hoje vivendo em uma pequena casa no bairro Mathias Velho, ele deixou o interior do Estado há dois anos, após a morte dos pais. Conheceu Lenice, se apaixonaram, casaram, e agora têm duas meninas. "Nunca tinha ficado desempregado antes, está sendo muito difícil", diz. "Tenho medo que esta situação se estenda, o inverno chegue, e eu não consiga ajudar elas como preciso", pondera. "Por enquanto estamos recebendo ajuda de parentes, amigos e do pessoal da igreja."

Além da tão sonhada vaga de trabalho para o marido, Lenice diz precisar de fraldas. Muitas fraldas. De preferência para recém-nascidas. Também são bem-vindas roupinhas de criança, lençóis, cobertores e tudo o mais que um neném – no caso, dois nenéns – precisa para passar o inverno. "A gente já recebeu algumas coisas, mas o fato de terem nascido duas crianças faz com que a gente precise de mais", frisa. "Ganhamos um bercinho, mas precisamos de dois", aponta como exemplo. Apesar da necessidade urgente de ajuda, todo o drama da família Silvia seria superado se Eder conseguisse um emprego, segundo Lenice. "Seria a luz no fim do túnel", finaliza a matriarca da família Silva.

Muito caro

Ao que tudo indica, as gêmeas não vão contar com a amamentação da mãe. No Universitário, elas já são amamentadas com Nan, segundo os pais. Daí a preocupação de Lenice. Em média, cada latinha de 800 gramas de Nan custa R$ 50,00. Isso aquele do tipo 1, para recém-nascidos. "Por enquanto, a gente nem imagina como é que vai se virar?", ressalta a mãe. "A gente está aceitando as doações também porque o Nan é muito caro. E se a gente parar para pensar que são duas, uma latinha não vai durar quase nada."

Para quem quiser ajudar

Quem quiser ajudar a família Silva pode contatar o Eder pelo telefone (51) 98518-5394. Pelas redes sociais, a campanha está sendo movimentada pela tia de Eder, a dona Cecília Silva, que atende pelo telefone (51) 99247-9965. Quem preferir conhecer a situação do casal, pode visitá-los, indo direto na Rua Viamão 691, no bairro Mathias Velho. O melhor, entretanto, é entrar em contato com a família, já que a rotina diária de casa-hospital, hospital-casa, tem tomado a maior parte do tempo do casal.


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