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CAF

Por que a central funerária não está funcionando?

Serviço que organiza translados e sepultamentos depende de convênio

Associação das Empresas Funerárias da RegiãoA morte é um momento doloroso, complicado para a família. Falta ânimo para tudo, mas mantém-se a necessidade da juntada de papéis e a contratação dos serviços que garantam a dignidade das últimas homenagens. Se o processo for mais rápido, humanizado e organizado, menos sofrido para todos. Em Canoas, faltam ainda algumas medidas para isso. Não temos uma Central de Atendimento Funerário (CAF) atuando, como ocorre em Porto Alegre, por exemplo. De acordo com a Associação das Empresas Funerárias da Região (Afumetrosul), será necessário firmar um convênio com a nova administração, o que não acarretará qualquer ônus financeiro.

 

A partir de 2009 as empresas funerárias de Canoas foram demandas pelo Poder Público a se modernizar, investir em estrutura, em atendimento e até preocuparem-se com o meio ambiente. Era uma resposta às queixas da população de abordagens inconvenientes e mesmo serviços atuando de forma clandestina.

 

Leis e decretos municipais foram criados para profissionalizar o segmento e a fiscalização tornou-se mais intensa. “Temos 14 empresas na cidade, três ainda estão se adequando”, destaca o presidente da Afumetrosul, José Enir dos Santos. “Cada empresa investiu cerca de R$ 100 mil para ter sala de preparação, veículo adequado e destinação correta de lixo.” O prédio já existe, fica em frente à Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA), no bairro Estância Velha, mas ainda não cumpre sua função. “As empresas funerárias aceitam absorver os custos com o enterro do carente, que hoje gera custo de R$ 400 mil mensais à Prefeitura”, afirma. “Ocorrem cerca de 350 óbitos/mês, 10% disso são os chamados ‘indigentes’.”

Para a Afumetrosul, a Central representa também a organização de uma rede de informações. “Teremos um sistema de controle que conversa com o hospital, Secretária da Saúde, cemitérios, família e até interestadual”, afirma. Outra questão que deve ser alterada, conforme a entidade, é o serviço de translado. “O serviço da Prefeitura, hoje, funciona das 8 às 17 horas em horário comercial, complica muito para a família.” Trata-se de uma unidade em local estratégico que deverá contar com o serviço de cartório para que todas as questões relativas a crematório, velório e sepultamento sejam resolvidas de maneira ágil, com o menor desgaste possível. “Já nos reunimos com a Prefeitura, mas ainda não há definição”, destaca Santos. “O setor se modernizou e agora a administração municipal precisa assinar essa parceria.” Já existe uma Comissão Gestora dos Serviços Funerários Municipal, por força de decreto.

O que diz a Prefeitura

Em nota, a Secretaria Municipal de Relações Institucionais (SMRI), responsável por intermediar o diálogo com a Associação das Funerárias de Canoas sobre o projeto que cria a Central de Atendimento Funerário (CAF), informa que a legislação que orienta os serviços do setor no município está sendo reavaliada. A análise busca segurança jurídica para regulamentar o funcionamento da Central, bem como garantir a qualidade do trabalho prestado. Os trâmites legais para a implantação do projeto, portanto, estão em andamento nos órgãos encarregados da Prefeitura.


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