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Comércio

Reaquecimento das vendas sentido em Canoas

Pesquisa da FCDL-RS revela melhora nos indicadores

Paulo Pires/
Comércio já demonstra reaquecimento nas vendas
Uma elevação de 1,5% a 3% nas vendas do varejo gaúcho entre janeiro e fevereiro deste ano, no comparativo a igual período de 2016, é o que mostra um levantamento da Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), revelado nesta semana. O reaquecimento no poder de compra dos consumidores tem foco no varejo restrito, ou seja, aquele que não inclui atividades como a de material de construção e a de veículos.

“O crescimento que o estudo mostrou se originou de um incremento das vendas na região litorânea, com o período das férias de verão tendo contribuído fortemente para tal”, destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, ao complementar que a melhora ocorreu em setores como artigos farmacêuticos, vestuário, calçados e combustíveis. Apesar de a pesquisa mostrar o litoral como principal foco, sinais positivos também foram sentidos na região.

Crescimento

O crescimento percebido no Estado também é observado na cidade, conforme o presidente do Sindilojas de Canoas. “Sentimos que março começou um equilíbrio, parou de cair. Percebemos que se inicia uma fase de crescimento para o segundo semestre”, aposta Denério Neumann. O presidente dos Sindilojas é ainda mais otimista com o segundo semestre e classifica o cenário como de entusiasmo. “O FGTS já está trazendo efeitos e motivando muitas compras”, analisa. Já o presidente da Associação Gaúcha para Desenvolvimento do Varejo (AGV), Vilson Noer, acredita que o ano para o comércio iniciou de forma lenta, com cautela no consumo. Mesmo assim, a troca de estações deve aquecer as vendas. “Pelas pesquisas, mais 90% das pessoas pretendem fazer compras de roupa ou calçado. Uma perspectiva de melhora, se comparado ao ano passado.”

Retomada

Os sinais de retomada ainda são tímidos, conforme o vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas, Marcos Negrini. “Depois de um longo período de maus resultados, um indicador positivo é uma sinalização que nos faz acreditar em dias melhores para o comércio. Esperamos que se mantenha esta tendência”, ressalta. Negrini ainda salienta a influência política no desempenho do mercado. A retomada do poder de compra do consumidor, mesmo que tímida, passa ainda por outras expectativas em relação ao cenário econômico do País. No olhar da FCDL-RS, é preciso a queda dos índices de inflação e a redução das taxas de juros, itens considerados essenciais para um reaquecimento mais efetivo das vendas do varejo. Em paralelo, a elevação da confiança por parte dos consumidores é outro indicador tido como importante para o impulsionar o ímpeto de consumo. 

Passos positivos

Para Koch, o sopro de entusiasmo, pondera ele, ainda está distante de um cenário de plena recuperação do poder de compra dos gaúchos. “Mas é um primeiro passo positivo se lembramos dos dois últimos anos de quase total recessão que o Estado e o País viveram”, ressalta ele, ao lembrar que a entidade projeta alta de 7% nas vendas do segmento entre março e junho.


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