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Estados Unidos

Ex-funcionários criam empresa para ajudar empresários a se proteger de tuítes de Trump

Eles pretendem proteger os empresários do 'risco tuíte'

Nicholas Kamm/AFP
Avenue Strategies, a empresa de Lewandowski e Bennett, ex-funcionário de Trump, foi aberta no dia 21 de dezembro

Corey Lewandowski, o ex-gerente de campanha de Donald Trump, e Barry Bennett, um antigo conselheiro do presidente norte-americano, estão cobrando para proteger empresários do "risco tuíte". Segundo o jornal The New York Times, o serviço pretende proteger os empresários do que acontece com o preço das ações e a reputação das empresas quando o presidente diz a seus 26 milhões de seguidores no Twitter que estão acabando com empregos nas fábricas ou se recusando a vender bolsas de Ivanka Trump, filha do presidente dos EUA.

"Se ele vai atrás de você, não há nada que possamos fazer para impedir isso", disse Bennet sobre a Avenue Strategies, a consultoria que ele e Lewandowski abriram em um escritório com vista para a janela do quarto de Trump na Casa Branca. "Mas se você quiser descobrir como vencer naquele meio, podemos ajudá-lo. Nós somos o seu guia nos momentos turbulentos."

A Avenue Strategies, a empresa de Lewandowski e Bennett, foi aberta no dia 21 de dezembro, um dia após Kellyanne Conway, consultor sênior de Trump, dizer que "drenar o pântano não é apenas sobre lobby e políticos. É também sobre consultores". Desde então, os conselheiros, advogados ou ex-membros da campanha de Trump abriram ou se juntaram a uma série de empresas de lobby e consultoria.

Os dois empresários dizem que não são criaturas do pântano, porque não estão apenas ajudando seus cliente. Eles também estão ajudando o presidente, para eles, a empresa também está ajudando Trump a vencer a reeleição.

O novo presidente americano prometeu "fazer a economia crescer 4% ao ano e criar, pelo menos, 25 milhões de novos postos de trabalho através da redução e simplificação fiscal, em combinação com a reforma do comércio, alívio regulatório e retirar as restrições sobre a matéria-prima da energia norte-americana."

Até agora, a administração "não fez muito além de algumas ordens executivas", diz Bennett. Assim, ele e Lewandowski estão pressionando empresas americanas para "chamar Jared Kushner (assessor sênior e genro de Trump) e dizer a ele que você está indo construir uma nova fábrica", ou convidar o presidente para "voar a algum lugar, cortar uma fita e apertar as mãos de 200 funcionários."

Isso "impulsiona o otimismo e aumenta o poder dele", disse Bennett na semana passada durante o café da manhã no Hotel Hay-Adams, onde ele está quase todas as manhãs, lançando seu novo negócio. "Há poucas coisas que um presidente pode fazer para consolidar seu poder de maneira mais rápida do que conduzir a um grande retorno econômico." Ou passar aos eleitores a impressão de que está liderando esse retorno.

Bennett conta que dois homens aconselharam a fabricante de produtos aeroespaciais, Lockheed Martin (que não é um cliente atual), sobre como se recuperar de uma "horrível" reunião com Trump depois que ele twittou "Com base no enorme custo e sobrecustos da Lockheed Martin F-35, tenho pedido a Boeing para projetar um F-18 Super Hornet similar".

A mesma empresa esteve envolvida em outra polêmica antes de Trump assumir a presidência dos EUA. Ele já havia publicado, em dezembro do ano passado, pelo Twitter, que os custos do programa F-35 estão "fora do controle" e que "bilhões de dólares serão economizados em compras militares" depois do dia 20 de janeiro, quando ele tomou posse. O caso foi o suficiente para que a empresa perdesse 3,5 bilhões de dólares em valor de mercado.

Os clientes da Avenue Strategies muitas vezes pedem um acordos de confidencialidade, mas Bennett diz que a maioria estão na lista das 100 maiores empresas.


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