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Invasão MQ4

Desocupação das 146 casas invadidas no Guajuviras ocorrerá até 17 de março

A estimativa da Prefeitura é de tenham ocorrido 15 ocupações desde a virada do ano

Paulo Pires/GES
146 residências do conjunto habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV) do Macroquarteirão 4 foram invadidas no início de janeiro
Após reunião entre Prefeitura, Caixa Federal e comissão de ocupantes do Macroquarteirão 4 (MQ4) no Guajuviras ficou decidido que a saída das 146 casas prontas e invadidas do Minha Casa Minha vida ocorrerá entre 13 e 17 de março. Serão liberadas 30 residências por dia. As 208 unidades que ainda precisam de obras serão desocupadas até abril. A administração municipal disponibilizará o transporte dos móveis e outros pertences. Oficiais de Justiça, Brigada Militar e Guarda Municipal estarão presentes.

Entre os invasores, há quem tenha sido sorteado também, mas não significa que permanecerá na mesma residência. “Pode estar habilitado, mas se tiver sido sorteado para outra casa, deverá sair”, salienta o procurador-geral do município, Francisco de Paula Figueiredo. “Está nas mãos do juiz, se não for cumprido, a saída poderá ser forçada, mas quem decide é o juiz.” Os primeiros moradores sorteados deveriam ter se mudado na primeira semana de janeiro. São pessoas que vivem hoje em área de risco na Vila de Passagem, beira de valões e embaixo de torres de alta tensão. A ocupação paralisou o processo. São quase 50 dias de impasse.

Outras ocupações no Guajuviras

A estimativa da Prefeitura é de tenham ocorrido 15 ocupações desde a virada do ano, as quais coincidiram com a troca de gestão municipal. Na quinta-feira, 30 famílias foram retiradas de área do futuro Parque tecnológico, na Avenida Boqueirão. Um dia antes, casebres foram derrubados e cerca de cem famílias retiradas do Macroquarteirão 2 (MQ2). “As zonas da cidade com potencial de ocupação tem interdito proibitório”, aponta o procurador-geral. “As áreas foram mapeadas, registradas, e basta apresentarmos os documentos de ameaça à posse para o juiz determinar a desocupação.” A Prefeitura está atenta também à venda irregular de lotes, os valores informais da posse precária custariam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.


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