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Faltando a seringa

Falta de anestesistas prejudica atendimentos no HU

Profissionais pararam devido a falta de pagamento. Empresa gestora diz que já acertou salários

GES
Hospital Universitário
O Diário de Canoas recebeu o contato de uma parente de uma paciente internada no Hospital Universitário (HU) desde o mês passado. Conforme o relato da mulher, que não quis se identificar, sua familiar já "visitou" o bloco cirúrgico três vezes, sem que nada pudesse ter sido feito. Motivo? Não havia médico anestesista para que o procedimento fosse levado adiante. "Fizeram ela ficar em jejum três vezes para a cirurgia e nada. A situação dela só piorou. Está cada vez mais fraca e debilitada. A gente não sabe mais o que fazer", lamentou a mulher.

Ainda de acordo com ela, apesar da informação passada pelo Hospital de que há anestesistas "trabalhando", o que se fala pelos corredores é que eles só estão atendendo "quem está morrendo." "Se o paciente tem plano de saúde ou paga particular, acho que eles atendem sim, mas no caso dela, que é atendida pelo SUS, não acontece nada. E ela não é a única. Outros pacientes internados pelo SUS recebem o mesmo tratamento. É uma vergonha."

Gamp alega que acordo já foi firmado

Nossa reportagem contatou médicos do HU, que disseram ter paralisado as atividades devido a falta de pagamento de salários dos profissionais. Tentamos o contato com a direção da instituição, porém fomos informados de que somente o Gamp, grupo gestor da casa de saúde se pronunciaria sobre o assunto. O Gamp, via assessoria de comunicação, informou que está "acertada" a questão da equipe de anestesistas, com prosseguimento normal das escalas cirúrgicas, priorizando o atendimento às demandas da população. O comunicado significa que o Gamp acertou os pagamentos, mantendo os mesmos profissionais que já estavam atuando na instituição. A informação que chegou ao DC de que os profissionais haviam rescindido o contrato com o Hospital não foi confirmada pelo grupo.

O Siemers explica que anestesistas avaliam a proposta

De acordo com o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Siemers), o impasse existente entre a administração do HU e os médicos anestesistas é acompanhado de perto. Os médicos não receberam os honorários relativos a parte de agosto, todo o mês de outubro, novembro e dezembro de 2016, motivo pelo qual eles rescindiram seus contratos no dia 5 de fevereiro. Em seguida, os profissionais foram procurados pelos gestores da casa de saúde, que sinalizaram com a repactuação do débito existente e a formalização de novos contratos. Contando com a intermediação e assessoria jurídica do Sindicato Médico durante toda a negociação, o grupo de anestesistas avalia a proposta e, se forem atendidas as condições estabelecidas pelos médicos, os serviços à população devem voltar a ser prestados integralmente.

Prefeitura 

Via assessoria de comunicação, a Prefeitura de Canoas informou que cabe a Secretaria Municipal de Saúde somente fiscalizar o serviço. Não havia informações de paralisação por parte dos profissionais. 


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