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Ajuda Patrícia

Menina de 7 anos tem microcefalia e epilepsia e precisa de ajuda

Patrícia Flores depende de remédio que está em falta no município

Paulo Pires/GES
Patrícia Flores e a família enfrentam dificuldades para a compra de medicamentos e alimentos
A pequena Patrícia Ananda Motta Flores, 7 anos, sorri tímida para a foto, em frente à casa no bairro Mathias Velho. Um pouco é reflexo das dificuldades de subsistência enfrentadas pela família para conseguir os medicamentos que a menina precisa. Outro tanto tem a ver com o atraso no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente da microcefalia e da epilepsia. “Ela precisa de um remédio especial e, desde 29 de junho, a Prefeitura não oferece mais”, aponta a mãe, a dona de casa Samanta Bolina Motta, 29.

Oito frascos do Valproato de Sódio 250/mg – 5ml duravam dois meses, mas a falta registrada na Farmácia Distrital Noroeste dois afetou o tratamento. “Sangra o nariz dela e ela fica parece uma estátua”, destaca Samanta. “Ela fica com os olhos paradinhos e precisa ir para o hospital.” Patrícia faz fisioterapia na Acadef e consulta periodicamente com neurologista no Hospital Universitário (HU). “Estamos buscando apoio do Chimarrão da Amizade também”, aponta a mãe. “Temos dificuldades em conseguir passagens de ônibus para levá-la aos exames.”

Faltam até alimentos

O pai de Patrícia está desempregado e o sustento vem do benefício do Bolsa Família. A menina frequenta a Escola David Canabarro, está na segunda série, mas a falta da medicação afeta o desenvolvimento e o desempenho escolar. Samanta abre a geladeira e aponta que faltam recursos para o básico alimentar da família. “Temos um pouco de arroz, não muita coisa”, destaca. Patrícia tem duas irmãs. “Fica difícil, normalmente não conseguimos ajuda de ninguém.” Mais do que os pais, a restrição afeta as três meninas que dependem de uma boa alimentação para garantir a saúde e a disposição para crescerem fortes e atentas para as atividades escolares. Quem puder colaborar de alguma maneira, o telefone é o 99851-85-49, com Samanta.

O que diz a Prefeitura

Segundo a Comunicação da Prefeitura, “a compra do medicamento já foi empenhada, porém o laboratório está em falta de matéria-prima para entregar. O prazo é até o final do mês.”


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