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Crime no Centro

Ex-companheiro levou chocolates e fotos antes de matar mulher no Centro

Marilei Cardoso Pereira chegou a registrar medida protetiva contra Edivaldo Defaveri, mas retirou a denúncia
Diego Figueira/GES-Especial
Edivaldo Defaveri levou até o local do encontro uma caixa de chocolates com fotos e bilhetes do casal
A Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa deve remeter em breve à Justiça o inquérito que investiga as mortes da comerciária Marilei Cardoso Pereira, 21 anos, e do motorista de caminhão Edivaldo Defaveri, 35. Na terça-feira, dia 18, Edivaldo atirou contra Marilei e, em seguida, cometeu suicídio dentro de um restaurante na Rua Fioravante Milanez, no Centro de Canoas.
No dia do crime, conforme o delegado Valeriano Garcia Neto, Edivaldo levou até o local do encontro uma caixa de chocolates com fotos e bilhetes do casal. “Antes de discutirem, ele devolveu a ela pertences que não queria mais”, comentou. De acordo com o delegado, em janeiro deste ano, Marilei, que era moradora de Canoas, havia registrado uma denúncia contra Edivaldo na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), e tinha uma medida protetiva concedida pela Justiça contra o ex-companheiro.
Segundo o chefe de investigação da Deam, Gilberto Pereira, à época do registro da ocorrência, ele teria ameaçado, movido por ciúme, atirar na cabeça de Marilei. “Houve buscas na residência dele e um revólver calibre .38 foi apreendido em janeiro. O revólver que ele usou para matar a ex-companheira já era outro”, relatou o delegado. Segundo Pereira, depois do registro da ocorrência, ela optou por renunciar à denúncia. “Não queria vê-lo processado. Isso é bastante comum quando se trata de mulheres vítimas de violência”, comentou.

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