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Combate à violência

Força Nacional chega hoje ao Estado para reforçar segurança

Ainda não há um horário definido para a chegada do efetivo; governador negou demora a agir
Foto: Divulgação/Brigada Militar
Soldados da Força Nacional vão reforçar efetivo da Brigada Militar que já realiza ações na região
O governador José Ivo Sartori reconheceu o agravamento da violência na abertura da 39ª Expointer no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, ontem. "Nós não criamos a violência que existe hoje no Rio Grande do Sul. Mas todos nós estamos trabalhando juntos para acabar com ela, custe o que custar", enfatizou o governador. "Nossa equipe de governo se solidariza com todos os familiares das vítimas da criminalidade, especialmente do crime ocorrido na última quinta-feira", afirmou Sartori.
"O Rio Grande do Sul está de luto e mobilizado para prender todos os criminosos. As forças de trabalho seguem agindo", disse no início da sua fala na solenidade de abertura de feira. Sartori explicou ainda que hoje chegam ao Rio Grande do Sul os integrantes da Força Nacional, que se unirão à Brigada Militar no policiamento ostensivo.
"O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, está chegando ao Estado para ajustar o início da operação", anunciou, explicando que, ontem, ainda não havia um horário certo para a chegada deste efetivo que virá em comboio ao Estado. O ministro deve chegar amanhã e, segundo Sartori, podem ser 150 homens. Inicialmente estavam previstos 120.Questionado sobre a demora para o governo do Estado agir, Sartori foi enfático. "Não demoramos. Quando o governo federal pediu efetivo para as Olimpíadas, negamos." O presidente da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça, Eduardo Finco, disparou em seu discurso: "Pior do que não ter um animal premiado ou vendido é vê-lo sacrificado", disse, se referindo ao furto e abate do gado. "Nas propriedades rurais é fácil chegar. Também estamos preocupados com a questão da segurança dentro das nossas propriedades, mas temos certeza que, juntos, vamos superar esta dificuldade."
O descontrole da violência e da criminalidade no Estado, que aumentou a sensação de insegurança dos gaúchos, motivou o governador Sartori a pedir socorro ao governo federal. O estopim para essa medida foi o assassinato da representante comercial Cristiane Fonseca Fagundes, 44 anos, morta a tiros quando aguardava o filho em frente a uma escola da capital, na última quinta-feira.
O desembarque da Força Nacional da Segurança Pública no Estado foi a saída imediata construída pelo Gabinete de Crise instalado após o assassinato de Cristiane, quando o secretário da Segurança, Wantuir Jacini, se exonerou do cargo. Os homens vão integrar a Operação Avante, que atua em todo o Estado com diretrizes estratégicas na redução dos índices de criminalidade. Só nos latrocínios (roubo seguido de morte), no primeiro semestre deste ano, o crescimento registrado foi de 34,8% no Estado.
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