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Intercâmbio

Hora de decolar para muitos brasileiros

Intercâmbio é opção para qualificação profissional e crescimento pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
Ficar ou ir embora? Esta pergunta passa pela cabeça de muitos brasileiros e a escolha pela segunda opção tem crescido de acordo com a Receita Federal. Nos pedidos de saída definitiva do País foi registrado o aumento de 67%, com 13.288 solicitações no ano passado. “Depois que o Brasil começou a cair, e tivemos duas quedas seguidas, provocou um aumento de buscas de oportunidades em outros países”, conclui o economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE), Alfredo Meneghetti. Segundo o economista, este movimento pode ser ainda maior até 2018, com as projeções de início da recuperação da economia brasileira apenas para 2019.
Na agência em que Ana Flora Bestetti é supervisora a elevação da procura por intercâmbio é percebida nos últimos dois anos. “Não são apenas jovens, mas também famílias inteiras querendo imigrar”, revela Flora e destaca a descrença no futuro do país e a busca por uma vida melhor como os motivos mais relatados pelos clientes da agência. Conforme Flora, o Canadá está entre os países mais procurados. “Tem uma política de acolhimento muito boa, além de ser um país grande e com população pequena”, informa a supervisora e classifica a Austrália como a segunda opção mais buscada, principalmente por jovens.
Domínio do inglês
Para quem quer trabalhar, são muitas oportunidades, de acordo com Ana Flora. Porém, as melhores estão relacionadas com o domínio do idioma. “A graduação e pós-graduação são boas alternativas, até porque nem todos conseguem o reconhecimento do diploma de formação brasileira”, aconselha. Das áreas com maior oferta de vagas a supervisora destaca a busca por profissionais que atuem em Tecnologia da Informação (TI). “Existem oportunidades em todos os níveis, mas para técnicos em TI são ainda maiores.”
Investimento garantido
Antes disponível apenas para pessoas com maior poder aquisitivo, hoje o intercâmbio está mais acessível, de acordo com o sócio-diretor de uma agência de intercâmbio, Cristiano Simões.
Entre as dificuldades mais relatadas pelos intercambistas, Simões ressalta a adaptação às casas de família, quando a opção é pelo Homestay. “Isso é facilmente contornável. Em poucos dias, começamos a criar laços com a família estrangeira e isso passa.”
Independente do curso ou destino, o diretor salienta que um resultado é assegurado: “Trata-se de um investimento garantido, pois o que o estudante recebe em troca em uma experiência dessas é muito maior que o valor investido.”
Troca cultural
Diferencial para o mercado de trabalho e muita evolução é o que o estudante deve esperar de um intercâmbio, segundo o supervisor de Marketing de outra agência, Fabio Christofoli. “Se aprende mais não só sobre o idioma, mas sobre o quão interessante é a troca cultural. Fora o autoconhecimento.” Para evitar problemas, Christofoli recomenda que o estudante busque muitas informações sobre a escola, o local onde vai morar e se a agência contratada tem escritório no destino escolhido.
Trabalho pesado
A vontade de aprender inglês e conhecer a Europa há um ano levou a jornalista Melissa Maschka, de 28 anos, e o namorado a deixar Canoas e ir para Dublin, na Irlanda. “Se engana quem acha que viver fora é se dar bem na vida, que vai fazer dinheiro e voltar rico para o Brasil. Aqui a gente rala pra caramba.” Mesmo assim, ela não se arrepende: Aconselho todos que querem aprender outra língua e conhecer novas culturas e lugares fantásticos, a fazer intercâmbio.”
Fuga da crise
A instabilidade econômica e o medo da violência motivou o fotógrafo Luciano Satebel, de 35 anos a planejar a viagem para Toronto, no Canadá. Mês que vem, ele e a noiva viajam com muitos planos. “Inicialmente vou fazer duas pós-graduações, além de abrir uma microempresa”, revela Stabel.
Encontrou o amor
Há um ano e cinco meses a analista de comércio exterior, Carolina Reis, de 20 anos, deixou Nova Santa Rita para morar em Shanghai, na China. “Com certeza a maior dificuldade é a saudade da família. Também tenho admitir que no início foi difícil me adaptar a culinária e cultura dos chineses”, conta Carolina que conheceu o namorado brasileiro em Shanghai.
Os destinos mais procurados
Canadá – Flexibiliza a entrada de estrangeiros e busca profissionais para suprir a falta de mão de obra em determinados setores. Oferece educação de qualidade e acesso a trabalho.
Austrália – Praias exuberantes e um dos poucos lugares que permite trabalhar enquanto estuda inglês. País também procura profissionais para suprir falta de mão de obra.
Irlanda – Hospitalidade e simpatia são características do povo local. Paisagens de chalés rústicos e belos campos se misturam com a vida agitada de grandes cidades.
Estados Unidos – Considerada a nação mais poderosa do mundo, país atrai quem quer ampliar os horizontes ou estudo e diversão co infraestrutura de qualidade.
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