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Grupo Sinos
Publicado em 12/05/2015 - 21h46
Última atualização em 12/05/2015 - 21h57

Depois de anunciar o ponta Tiago Mão, Voleisul prepara novas contratações

Equipe hamburguense se prepara para o Campeonato Gaúcho e a Superliga

Gustavo Henemann - gustavo.henemann@gruposinos.com.br

Foto: Inézio Machado/GES
As competições iniciam apenas no segundo semestre, mas a Voleisul/Paquetá Esportes já iniciou o processo de formação da sua equipe para a disputa da temporada 2015/2016. Com o Campeonato Gaúcho e a Superliga pela frente, os hamburguenses tratam de reforçar o time para os próximos desafios. Ontem, a Voleisul assinou com o ponta Tiago Gatiboni Wesz, o Mão (foto). O jogador, de 26 anos e 2,03m, natural de Ijuí, estava no Sesi-SP há três anos e fechou contrato de um ano com o clube de Novo Hamburgo.

Outro jogador que também chegou à equipe hamburguense foi o central Nicolas, 21, ex-São Bernardo Vôlei. Além deles, a Voleisul renovou os vínculos dos levantadores Rafinha e Maurício, e também do central Robinho. Nesta semana, novos jogadores podem ser anunciados e outros atletas do elenco da última temporada podem vir a renovar seus contratos. O comando da equipe seguirá com o treinador Paulo Roese.

O diretor-geral da Voleisul/Paquetá Esportes, Tiago Peter Hoefelmann, afirmou que serão contratados pelo menos mais dois atletas que disputaram a Superliga por equipes de ponta. “Devemos ter a contratação de um líbero, oposto, central e mais um ponta. Teremos outros para compor grupo”, afirmou o dirigente. As negociações estariam avançadas com o oposto Franco, 25, do Minas. Conforme Hoefelmann, a apresentação oficial da Voleisul deve ocorrer na segunda quinzena de julho, período em que os treinamentos também deverão iniciar no ginásio da Sociedade Ginástica (SGNH).
 
ENTREVISTA - Tiago Mão

"A Voleisul possui uma estrutura muito boa"

Recém-chegado a Novo Hamburgo, Mão diz que veio para ser titular e chamar a responsabilidade. Ontem, o jogador participou do programa WebTV Esporte e contou mais detalhes sobre a negociação com a Voleisul.

Depois de seis anos você volta a jogar perto de casa. Qual a sensação?
Estava querendo muito, mas as propostas não estavam boas. Mas, agora, a Voleisul possui uma estrutura muito boa e morar perto da família vai ser muito bom.

Conhece algum dos novos colegas?
Joguei dois anos com o Robinho, em Campinas. O Rafinha é um cara que jogo contra há muito tempo. Jogador muito bom e experiente. Mas com ele e o Maurício, nunca joguei.

Quais são os teus pontos fortes?
Ponteiro passador normalmente não é tão alto. Ataque de bola alta e a altura ajuda muito no bloqueio. Tenho habilidade no passe e ajudo na defesa.

Na sua carreira, já atuou como oposto. Você pode ser improvisado?
Já falei para o Roese que isso me segue na carreira, pois os opostos com quem joguei se machucam ou não estão bem, e eu acabo jogando ali. Tenho jogado bem, mas quero jogar de ponteiro para não precisar “quebrar um galho”.

Serão cerca de dois meses sem treinos. Como fica a preparação?
O jogador profissional não pode ficar parado, tem que fazer uma academia para não enferrujar. O preparador físico vai me mandar uma programação de exercícios para manter, acho que vai ser bom.

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