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Publicado em 21/07/2014 - 10h43
Última atualização em 21/07/2014 - 11h56

Jovens são 25% das vítimas de homicídios em Canoas

Programas sociais são alternativa para frear crimes

Canoas – Eles são jovens e teriam muito pela frente. Mas para uma parte da juventude, a vida é abreviada pela violência. Adolescentes entre 15 e 24 anos representaram em Canoas 25% das vítimas de crimes de homicídio no primeiro semestre, segundo a estatística do Observatório de Segurança de Canoas. Esse número até reduziu (34,8%) em relação ao ano passado, como o total de crimes, mas preocupa se relacionado a outro dado: também têm pouca idade uma parcela daqueles que puxam o gatilho, de acordo com a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos. “A maioria dos autores de crimes tem menos de 30 anos”, diz o delegado Marco Guns. “A violência grave começa na adolescência. Tudo se inicia na estrutura familiar e em construir toda uma rede de proteção a esse adolescente”, comenta.
 
Uma das ações para tentar mudar essa realidade está no trabalho desenvolvido nas Casas das Juventudes de Canoas, por meio do Protejo - o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável que presta assistência, por meio de programas de formação e inclusão social, a adolescentes expostos à violência ou nas ruas. Instaladas nos Territórios de Paz dos bairros Guajuviras e Mathias, as Casas acolhem jovens que queiram uma oportunidade. “Se a pessoa quer mudar de vida, damos a oportunidade. É mais interessante ter o jovem por quatro horas conosco, apropriando-se de valores, do que em uma praça sendo disputado pelo tráfico”, diz o diretor de Projetos da Secretaria Municipal de Segurança, Paulo Santos.

Leia a matéria completa na edição impressa do Diário de Canoas desta segunda-feira
 

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